A IMPORTÂNCIA DO TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO NA TENDINOPATIA DO MANGUITO ROTADOR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

THE IMPORTANCE OF PHYSIOTHERAPEUTIC TREATMENT IN ROTATOR CUFF TENDINOPATHY: AN INTEGRATIVE REVIEW

KADÚ FERNANDES GOMES VIEIRA.
GUSTAVO H. M. MORENO.

KADÚ FERNANDES GOMES VIEIRA. Acadêmico do curso de Fisioterapia – UNINGÁ – Centro Universitário Ingá, em Maringá/PR.

GUSTAVO H. M. MORENO. Especialista em Ortopedia e Traumatologia. Mestre em Ciências da Saúde – UEM. Atualmente docente e supervisor de estágio na área de Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia na UNINGÁ – Centro Universitário Ingá, Maringá/PR.

Rodovia PR317, 6114, Parque Industrial 200, Maringá, Paraná, Brasil. CEP: 87035-510. E-mail: kadufernandesgv@gmail.com, prof.gustavomoreno@uninga.edu.br.

RESUMO

A tendinopatia de manguito rotador é uma das lesões musculoesqueléticas mais comuns entre os seres humanos, prejudicando significativamente os movimentos e a qualidade de vida. Deste modo, o objetivo do trabalho foi apurar pesquisas científicas sobre a atuação da fisioterapia nas disfunções motoras decorrentes da tendinopatia do manguito rotador. Foi realizada uma revisão de literatura de artigos publicados no período de 2013 a 2020 nas plataformas: EBSCO, PubMed, Google Acadêmico, e PEDro. Os registros encontrados na literatura são de que a fisioterapia atua com a cinesioterapia podendo ela ser combinada com a terapia manual, mobilizações articulares, eletrotermofototerapia, bandagem funcional, e circuitos de exercícios em grupo. Em análise e comparação dos métodos de tratamento encontrados, pode-se concluir que embora a fisioterapia tenha uma gama de recursos para o tratamento de tendinopatia do manguito rotador, a cinesioterapia aplicada com exercícios concêntricos, isométricos e excêntricos mostrou-se como a conduta padrão ouro no tratamento dessa afecção.

Palavras-chave: Tendinopatia; Manguito rotador; Fisioterapia; Reabilitação.

ABSTRACT

Rotator cuff tendinopathy is one of the most common musculoskeletal injuries among humans, impairing movement and quality of life. Thus, the objective of the study was to investigate scientific research on the role of physiotherapy in motor dysfunctions resulting from rotator cuff tendinopathy. A literature review of articles published between 2013 and 2020 was carried out on the platforms: EBSCO, PubMed, Google Scholar, and PEDro. The records found in the literature are that physiotherapy works with kinesiotherapy and can be combined with manual therapy, joint mobilization, electrothermal phototherapy, functional banding, and group exercise circuits. In analysis and comparison of the treatment methods found, it can be concluded that although physiotherapy has a range of resources for the treatment of rotator cuff tendinopathy, kinesiotherapy applied with concentric, isometric and eccentric exercises can be seen as the gold standard conduct in treating that condition.

Keywords: Tendinopathy; Cuff rotator; Physiotherapy; Rehabilitation.

INTRODUÇÃO

A tendinite é caracterizada por uma lesão inflamatória no tendão, sendo comumente associada à dor intensa prejudicando significativamente os movimentos humanos. De acordo com o estudo de Florit et. al. (2019), a nível mundial as patologias tendinosas correspondem a aproximadamente 30% das consultas musculoesqueléticas.

Entre as causas de lesões musculoesqueléticas, Pereira et. al. (2017) afirmam que a tendinite do manguito rotador (MR) é terceira maior, ficando atrás apenas da lombalgia e cervicalgia, e a sua incidência aumenta conforme a idade.

Miyazaki et. al. (2015) atestam que os indivíduos com idade superior a 50 anos são normalmente mais acometidos por lesões crônicas no MR e com maior gravidade degenerativa, ao contrário da população jovem com idade inferior a 40 anos em que a causa comumente é de origem traumática.

Muito se é discutido sobre a fisiopatologia da tendinite no manguito rotador (TMR), Ikemoto (2007) trouxe em um dos seus trabalhos que a hipovascularização do MR é apontada como uma das principais causas dessa lesão, a região de inserção dos tendões do MR é pouco vascularizada e é denominada como “zona crítica”. Com o avanço da idade os poucos vasos sanguíneos que irrigam essa região se tornam mais finos, nutrindo menos o tendão e por consequência vem a degeneração. Devido a este padrão vascular, a região de inserção do tendão do MR é o local onde mais ocorre roturas, causando perda do movimento do ombro.

De acordo com Metzker (2010) O MR tem como função realizar a estabilização dinâmica da articulação glenoumeral (GU), uma vez que a cavidade glenóide é anatomicamente rasa e apresenta certa incongruência para a cabeça do úmero, o MR se torna fundamental para essa estabilização. Este é formado pelo conjunto de quatro músculos, sendo eles: supraespinhal, infraespinhal, subescapular e o redondo menor. Além deste grupo muscular, outros músculos atuam na estabilização da articulação GU. O bíceps braquial em sua porção longa auxilia a depressão e compressão da cabeça do úmero contra a rasa cavidade glenóide durante a contração muscular, principalmente no movimento de rotação lateral do ombro.

Visto que a estabilização dinâmica da articulação GU é realizada pelo conjunto de vários músculos, a deficiência de algum desses músculos pode acarretar diversas complicações funcionais ao indivíduo. No estudo realizado por Veado; Prata; Gomes (2015), foi apontado que indivíduos com TMR podem apresentar características como: fraqueza muscular, dor local e/ou irradiada, incapacidade de realizar movimentos acima da cabeça, redução da amplitude de movimento, edema, fibrose, rupturas do tendão e luxações na articulação GU nos casos mais graves.

Para realizar o diagnóstico, os autores Batista; Bellasco; Pestana (2017) dizem que exames físicos como a goniometria, testes especiais do ombro (Neer, Codman, Speed, Yergason, e Hawkins Kennedy), teste de função muscular do MR, e exames laboratoriais como a Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada e Raio-X, são capazes de confirmarem a TMR.

Na literatura diversos são os tratamentos abordados para TMR, conforme Gomes; Meija (2017) a fisioterapia vem se tornando um destaque na reabilitação de pacientes portadores de TMR, devido a sua gama de recursos não invasivos essa especialidade é capaz de evitar que pacientes sofram transtornos como passar por um processo cirúrgico. A fisioterapia tem a competência de promover o alívio das condições sintomatológicas do paciente, buscando reestabelecer a biomecânica normal da articulação GU.

De acordo com a gama de recursos terapêuticos que a fisioterapia possui, Neto et. al. (2013) afirmam que na abordagem fisioterapêutica não deve se abrir mão da crioterapia para minimizar o quadro inflamatório, mobilização articular, reequilíbrio neuromuscular, e exercícios de fortalecimento dos músculos responsáveis pela estabilização da articulação GU.

Visto que a TMR é uma afecção frequente na população mundial e o tratamento conservador da fisioterapia é altamente indicado no tratamento dessa patologia, o presente estudo teve como objetivo apurar pesquisas científicas sobre a atuação da fisioterapia nas disfunções motoras decorrentes da tendinopatia do manguito rotador.

METODOLOGIA

O presente estudo trata-se de uma revisão de literatura realizada no período de maio a setembro de 2020, com o propósito de buscar condutas fisioterapêuticas para os distúrbios motores decorrentes da tendinopatia do manguito rotador. A busca eletrônica foi realizada através das seguintes bases de dados: EBSCO, PubMed, Google Acadêmico e PEDro. Os artigos inclusos neste trabalho foram encontrados por meio dos descritores na língua portuguesa: tendinopatia, manguito rotador, fisioterapia, reabilitação, e em língua inglesa: tendinopathy, cuff rotator, physiotherapy, rehabilitation, após a verificação no Decs Server (Descritores em ciência da Saúde).

Esta pesquisa contou com critérios para inclusão de artigos e exclusão. Os critérios de inclusão foram: artigos publicados no período de 2013 a 2020; escritos na língua portuguesa e inglesa; e aqueles em que a combinação dos termos aparecessem nas palavras-chave, título e/ou resumo. Já os critérios de exclusão foram: revisões literárias; e que não abordassem o tema proposto.

A busca foi exposta por meio de um fluxograma contendo o total de artigos encontrados, e os resultados selecionados foram demonstrados por meio de uma tabela contendo as características de cada artigo.

RESULTADOS

Através dos descritores estabelecidos inicialmente foram encontrados 224 resultados na base de dados Google Acadêmico, 30 resultados na EBSCO, 30 resultados na PubMed, e 293 na PEDro, totalizando 577 resultados. Foram lidos 85 artigos, 492 foram excluídos pelo título, 75 foram excluídos por fugir do tema proposto, e selecionados 10 de acordo com os critérios de inclusão e exclusão estabelecidos.

Tabela 1: Referente às características dos artigos selecionados.

Autores/ anoTítuloObjetivoMetodologiaResultados
Araujo et. al. (2018)Reabilitação em tendinopatia do supraespinhoso: relato de casoEvidenciar novas técnicas de tratamento através de um estudo de caso.Participou da pesquisa um paciente com tendinopatia do supraespinhoso. Foi realizado 6 sessões de fisioterapia de 50 minutos, com as seguintes atividades: exercícios isométricos do manguito rotador e ombro, exercício resistido em todos os planos da articulação glenoumeral, mobilizações articulares, exercícios pendulares de Codman, e corrente russa.Após as 6 sessões de tratamento tornou-se notório melhora na força, amplitude de movimento e coordenação do ombro. Por se tratar de um estudo com uma amostra pequena (1 indivíduo) sugere-se que mais estudos baseados em evidências científicas sejam realizados.
Frassanito et. al. (2018)Eficácia da terapia por ondas de choque extracorpóreas e cinesio taping na tendinopatia calcificada do ombro: um estudo controlado randomizadoO objetivo deste estudo foi testar se a associação de cinesio taping (KT) com terapia por ondas de choque extracorpórea (ESWT) é superior a ESWT isoladamente no tratamento de tendinopatia calcificada do manguito rotador.Foi realizado um estudo randomizado com 42 pacientes com tendinopatia calcificada do MR, divididos em 2 grupos (G1: ESWT + KT = 21 pessoas, G2: ESWT 21 pessoas). O G1 foi submetido a 3 sessões de fisioterapia por 3 semanas de ESWT e aplicado KT ao fim de cada sessão, o G2 foram submetidos a 3 sessões de apenas ESWT. Todos os pacientes foram avaliados pela EVA-DOR, DASH, Questionário subjetivo de Avaliação do Ombro (SSRQ) e Oxford Shoulder Score (OSS).Ao término das 3 semanas de tratamento foi reavaliado cada paciente e todos do G1 e G2 apresentaram melhora nos domínios avaliados, no entanto os pacientes do G1 apresentaram uma resposta terapêutica mais rápida do que o G2.
Miccinilli et. al. (2018)Uma aplicação tripla do Kinesio Taping apoia o programa de reabilitação para tendinopatia do manguito rotador: um ensaio clínico randomizadoInvestigar a eficácia de uma combinação de três diferentes aplicações de KT combinadas com um protocolo padronizado de exercícios de reabilitação na redução da dor e na recuperação funcional em pacientes afetados por TMR.Foi realizado um ensaio clínico randomizado com 40 indivíduos portadores de TMR, e foram divididos em 2 grupos. O G1 recebeu aplicação real da KT, e o G2 uma falsa aplicação de KT, e ambos receberam o mesmo protocolo de reabilitação fisioterapêutica consistindo em mobilizações passivas e ativo assistidas do ombro, alongamentos e fortalecimento muscular do ombro. Também foi aplicado antes e após a intervenção os questionários Numeric Rating Scale (NRS) para dor no ombro, Medical Research Council (MRC) para avaliar a força, e Costant Murley Score (CMS) par avaliar a função.A intervenção durou 10 atendimentos realizados em 2 semanas, e como resultado foi notório que o G1 mostrou melhora significativa no NRS, CMS, e MRC em todos os domínios, enquanto o G2 apresentou melhora significativa apenas em NRS.
Ager et. al. (2019)A eficácia de um programa de treinamento neuromuscular de extremidade superior na função do ombro de militares com tendinopatia do manguito rotador: um estudo piloto controlado e randomizadoComparar dois programas de reabilitação de seis semanas, um programa de treinamento neuromuscular supervisionado por grupo recém-desenvolvido e cuidados fisioterapêuticos usuais, sobre a dor e os sintomas da doença soldados afetados por uma tendinopatia.Participaram da pesquisa 31 soldados com TMR, e foram divididos em 2 grupos: G1 (programa de treinamento muscular supervisionado em grupo) e G2 (atendimento fisioterapêutico usual individualizado). A intervenção durou 12 semanas, ao qual foram aplicados os questionários DASH, WORC, MIVC, respectivamente para avaliar função, qualidade de vida, dor e força muscular, no início (0 semanas), no meio (6 semanas) e ao término (12 semanas).Não houve diferença significativa entre ambos os grupos, com o tempo ambos os grupos obtiveram resultados positivos com a redução da dor, melhora da função, qualidade de vida e força muscular. Este estudo revela que a intervenção individual ou em grupo são igualmente eficazes.
Carlisi et. al. (2016)Terapia por ondas de choque extracorpórea focalizada combinada com treinamento excêntrico supervisionado para tendinopatia calcificada do supraespinhalInvestigar se a adição de um treinamento excêntrico supervisionado dos músculos abdutores do ombro pode melhorar o resultado da terapia por onda de choque extracorpórea (ESWT)Participaram deste estudo 22 indivíduos com TMR calcificada, e foram divididos em 2 grupos: G1 (ESWT+exercícios excêntricos de dos abdutores do ombro), G2 (ESWT somente). A intervenção durou 9 semanas, e para avaliar a dor e função do ombro aplicaram a escala de avaliação numérica (p-NRS) e a escala de DASH, como desfecho secundário foi mensurado a força isométrica dos abdutores do ombro afetado utilizando um dinamômetro de mão.Ao término das 9 semanas, observou-se a melhora na dor e função de ambos os grupos. No entanto, não foi encontrado diferenças estatísticas a favor do grupo do estudo (G1).
Bateman; Adams (2014)Um estudo de viabilidade controlado randomizado investigando o uso de exercícios de fortalecimento excêntricos e concêntricos no tratamento da tendinopatia do manguito rotadorRealizar um estudo de viabilidade para comparar exercícios concêntricos e excêntricos de fortalecimento do manguito rotador para tendinopatia do manguito rotador.Participaram da pesquisa 11 indivíduos com TMR e que estavam na lista de cirúrgia para descompressão subacromial artroscópica do MR, esses foram divididos em 3 grupos aleatóriamente. O G1 atuou como controle e não recebeu tratamento, o G2 foi ensinado um exercício específico de fortalecimento do manguito rotador (MR) concêntrico, e o G3 foi ensinado um exercício específico de fortalecimento do MR excêntrico. A intervenção durou 4 semanas e estes pacientes foram avaliados antes, no meio e ao término do tratamento pela EVA (avalia dor) e o questionário Oxford Shoulder Score (avalia função).Ao fim da intervenção foi notado que todos os pacientes apresentaram melhoras na função e dor, e dois pacientes do G3 se sobressaíram ao ponto de não precisar fazer a cirúrgia.
JUNIOR et. al. (2014)Protocolos para tratamento fisioterápico da dor devido a tendinopatias do ombroAnalisar o efeito de 3 protocolos de tratamento no quadro álgico agudo de tendinite em ombro, pelos instrumentos qualitativos de dor e qualidade de vida.Participaram desta pesquisa 12 voluntários com TMR, durante 10 sessões. Estes foram dividos aleatóriamente em 3 grupos, sendo eles: 1) Grupo A: uso do TENS; 2) Grupo B: ultrassom terapêutico e crioterapia; 3) Grupo C: TENS, ultrassom terapêutico e crioterapia associados. Antes e após o programa de tratamento foram mensurados a dor pela EVA, e a qualidade de vida através do questionário SF36.Ao término do programa de tratamento, os indivíduos foram reavaliados e foi observado que os três grupos obtiveram melhora na dor, função e qualidade de vida, no entanto devido o tamanho amostral não foi possível chegar a uma conclusão de qual conduta é mais eficaz em melhorar tais aspectos em indivíduos com TMR, sugere-se que novas pesquisas sejam realizadas.
Boudreau et. al. (2019)A adição de coativação de adutor glenoumeral a um programa de exercícios do manguito rotador para tendinopatia do manguito rotador: um estudo único-cego randomizado controladoComparar a eficácia em curto prazo da adição de coativação de adutor glenoumeral a um programa de fortalecimento do manguito rotador para melhorar a função, reduzir os sintomas e aumentar a distância acromio-umeral em adultos com tendinopatia do manguito rotador.Neste ensaio clínico randomizado e simples cego, 42 participantes com tendinopatia do manguito rotador foram aleatoriamente designados a 2 grupos, um que recebeu fortalecimento dos músculos escapular e do manguito rotador ou outro que recebeu fortalecimento do manguito rotador mais coativação com o músculo peitoral maior e Latíssimo do dorso. Os programas diários foram realizados em casa por 6 semanas, com treinamento supervisionado e sessões de acompanhamento. Antes e após a intervenção foram aplicados os questionários Índice Western Ontario Rotator Cuff, de deficiências do braço, ombro e mão (DASH), e mensurado a dor pela escala visual analógica.Ao término da intervenção foi notório que não houve nenhuma melhora significativa a curto prazo.
Elsodany et. al. (2018)Efeito de longo prazo do laser Nd: YAG pulsado no tratamento de pacientes com tendinopatia do manguito rotador: um ensaio clínico randomizadoO objetivo do presente estudo foi investigar o efeito a longo prazo do laser Nd: YAG pulsado no tratamento da tendinopatia do manguito rotador.Sessenta pacientes com tendinopatia do manguito rotador participaram e completaram o estudo. Os participantes foram designados aleatoriamente a um de dois grupos: o grupo de controle e o grupo de tratamento. Ambos os grupos foram tratados com um programa de exercícios, além do laser Nd: YAG pulsado recebido pelo grupo tratamento e do laser Sham recebido pelo grupo controle, ambos por três sessões semanais durante 4 semanas. As medidas de desfecho foram: dor (pela escala visual analógica), amplitude de movimento (goniômetro), e o Índice de dor e incapacidade no ombro. A avaliação foi realizada antes do tratamento, imediatamente após, 3 meses após e 6 meses após o tratamento.Ao término da intervenção foi observado que a dor diminuiu significativamente após o tratamento e nos pontos de acompanhamento, enquanto a ADM e as funções do ombro melhoraram significativamente após o tratamento e nos intervalos de acompanhamento em ambos os grupos. A melhora foi mais significativa no grupo de tratamento do que no grupo de controle pós-tratamento e em intervalos de acompanhamento.
Meliscki et. al. (2013)Diferentes modalidades terapêuticas no tratamento da tendinopatia do supraespinhosoVerificar a eficácia de diferentes modalidades terapêuticas no tratamento da tendinopatia do supraespinhosoForam selecionados 24 indivíduos nesta pesquisa, com diagnóstico de tendinopatia do supraespinhoso. Eles foram divididos em três grupos: Grupo 1 – ultrassom e cinesioterapia convencional; Grupo 2 – laser e cinesioterapia convencional; Grupo 3 – cinesioterapia aprimorada. Como critérios de avaliação, foram utilizados os questionários de DASH e McGill e a avaliação da ADM de flexão, extensão, abdução, adução, rotação interna e rotação externa do ombro.Após os tratamentos aplicados, os 3 grupos apresentaram melhora significativa da ADM para os movimentos avaliados, todavia o grupo três se sobressaiu no ganho de ADM.

Notas:* ADM: amplitude de movimento; CMS: questionário que avalia função do ombro; DASH: questionário que avalia função dos membros superiores; ESWT: ondas de choque extracorpórea; EVA-DOR: escala que avalia a dor de 0-10; KT: kinesio taping; McGill: questionário que avalia a dor de forma quantitativa e qualitativa; MIVC: questionário que avalia dor e força muscular; MRC: questionário que avalia força muscular; NRS: questionário que avalia dor; OSS: questionário que avalia os resultados cirúrgico do ombro e seu impacto na qualidade de vida; SF36: questionário que avalia o estado de saúde geral; SSRQ: questionário que avalia a qualidade de vida de indivíduos com patologias no ombro; TENS: neuroestimulação elétrica transcutânea; WORC: questionário que avalia a qualidade de vida de indivíduos com patologia do manguito rotador.

Fonte: O autor.

DISCUSSÃO

No trabalho realizado por Araujo et. al. (2018), foi estabelecido um protocolo de curta duração na reabilitação de TMR (seis atendimentos) em que os pesquisadores obtiveram um resultado positivo quanto a melhora da amplitude de movimento, coordenação e força muscular do ombro. No entanto, este trabalho foi um relato de caso de um único indivíduo e o autor sugeriu que novos estudos com uma amostra maior fossem realizados a fim de identificar se um protocolo de curta duração é efetivo na melhora dos itens avaliados. A partir desta sugestão, o trabalho realizado por Boudreau et. al. (2019), investigou se um protocolo cinesioterápico de curta duração seria capaz de melhorar a função, dor e força muscular do ombro de 42 indivíduos com TMR, e ao término da intervenção não houve melhoras nos itens avaliados. Em concordância deste resultado, Santos; Cunha; Silva (2011) discorreram em seu trabalho que um protocolo de curta duração na reabilitação de TMR não apresenta resultados significativos, pois, os tecidos moles que revestem a articulação GU passam por um processo inflamatório e reconstrutivo ao qual demanda tempo para essas estruturas se tornarem aptas a funcionalidade.

Partindo do objetivo de investigar se a aplicação de KT associado a ESWT é superior ao tratamento isolado com ESWT em pacientes com TMR calcificada, Frassanito et. al. (2018) realizaram seu estudo com 42 indivíduos que se apresentavam com esta disfunção e a partir de seus resultados concluíram que ambos melhoraram a sintomatoliga dos indivíduos, mas o tratamento combinado apresentou superioridade na velocidade das respostas terapêuticas. Em controversia, Kertzmanan et. al. (2015) realizaram um estudo que avaliou se o tratamento de TMR calcificada através de ESWT isoladamente a curto prazo é superior ao tratamento cinesioterápico associado a KT, e obtiveram como resultado que a ESWT se sobressaiu na melhora dos sintomas causados pela TMR a curto prazo.

Conforme o estudo realizado por Miccinilli et. al. (2018), a aplicação da KT combinada com a realização de mobilização articular, alongamento e fortalecimento muscular do ombro é eficaz para reduzir a dor, melhorar função e a força muscular do ombro em indivíduos com TMR. Além destes benefícios, Pereira, Souza (2017) em seu trabalho dissertaram que a bandagem funcional age melhorando a circulação sanguínea, que por sua vez estimula a angiogênese local favorecendo a recuperação do tecido lesado, e uma vez que há um músculo ou um grupo muscular prejudicado ocorre uma compensação de outros músculos para realização do movimento, essa sobrecarga gera dor, desse modo a bandagem funcional diminui a tensão desses músculos, contribuindo para devolver a função muscular e redução da dor.

O estudo realizado por Ager et. al. (2019) foi fundamentado em um programa de tratamento em grupo vs tratamento individual de indivíduos portadores de TMR. Como resultado foi notório que ambos os grupos apresentaram resultados semelhantes quanto a melhora dos domínios avaliados (função, qualidade de vida, dor e força muscular). Em conformidade, Littlewood et. al. (2013) exploraram em seu trabalho a eficácia de um programa de reabilitação de TMR em grupo, e perceberam que o trabalho em grupo é viável e um tanto quanto desafiador, pois para se obter resultados positivos é necessário reconhecer as características individuais de cada indivíduo, e fazer com que entendam as razões para realizar o exercício. No entanto há poucos estudos na literatura voltados para este tema, entende-se que novas pesquisas devem ser reaizadas com mais participantes, a fim de investigar se realmente o tratamento em grupo é satisfatório, para que uma abordagem como essa possa ser empregada em clínicas de fisioterapia visando a relação custo e benefícios dos recursos clínicos.

Segundo o estudo realizado por Carlisi et. al. (2016), a combinação de terapia por ESWT com exercícios excêntricos de abdutores do ombro não é superior no tratamento de TMR quando comparada com a terapia por ESWT de forma isolada, pois de acordo com seu estudo ambas condutas apresentaram melhora similar da sintomatologia dos indivíduos. Diversos estudos na literatura apontam que exercícios excêntricos de abdutores do ombro trazem resultados estimáveis no tratamento de TMR, em concordância disso Paula (2019) realizou um estudo sobre os efeitos dos exercícios excêntricos, concêntricos e isométricos na TMR e verificou que o treinamento concêntrico deve ser utilizado nos estágios iniciais por oferecer menos tensão no tendão, evoluindo para isométrico, e nos estágios posteriores o exercício excêntrico torna-se mais eficiente devido a alta tensão no tendão.

Os autores Bateman; Adams (2014), compararam a conduta de exercícios concêntricos vs exercícios excêntricos no tratamento da TMR em indivíduos que foram indicados para cirúrgia de descompressão subacromial artroscópica do MR. Como resultado, viram que todos os indivíduos apresentaram melhoras quanto a sintomatologia, e dois que realizaram exercícios fortalecimento excêntrico melhoraram o suficiente para cancelar a cirurgia. Em harmonia a este estudo, o trabalho elaborado por Rangel (2016) evidência que o exercício excêntrico aumenta a sintese de colágeno, reduz a neovascularização patológica e dor, resultando na melhora funcional do ombro e diminuindo a propensão à cirurgia de descompressão subacromial.

O estudo elaborado por Junior et. al. (2014), comparou três protocolos para tratamento de 12 indivíduos com TMR analisando os domínios: dor, e qualidade de vida. Todos os indivíduos apresentaram melhora destes domínios, e por se tratar de um trabalho com uma amostra pequena o autor sugeriu que novas pesquisas sejam realizadas a fim de identificar qual protocolo é mais eficáz. Baseando-se neste estudo, os autores Batista, Bellasco, Pestana (2017), dissertaram em seu trabalho que o uso do TENS age somente aliviando a dor local por um determinado tempo, sendo esse mais empregado nos casos de dor aguda, já a crioterapia além de promover a redução do quadro álgico também atua minimizando a inflamação local, e a utilização do ultrassom terapêutico é capaz de controlar a inflamação local, reduzir dor e estimular a regeneração do tecido lesado. Portanto, o tratamento combinado de TENS, crioterapia e ultrassom na TMR apresenta uma credibilidade maior.

Em busca de comparar a eficácia do tratamento da TMR, através de um programa de exercícios cinesesioterápicos associado ao Laser Yag (alta insentidade) vs Laser Sham (baixa intensidade) na dor e ADM, os autores Elsodany et. al. (2018), viram em seu estudo que o programa de exercícios combinado ao Laser Yag foi superior. Em controvérsia, os autores Eslamian et. al. (2012), obtiveram como conclusão de seu estudo que o laser de baixa intensidade combinado com exercícios cinesioterápicos é o mais indicado no tratamento de TMR, devido a sua fotoestimulação de baixa energia favorece a liberação de fatores de crescimento dos fibroblastos estimulando a cicatrização, e aumenta a síntese de ATP, promovendo a produção de ácidos nucleicos e divisão cellular.

A pesquisa realizada por Meliscki et. al. (2013), comparou três diferentes condutas para o tratamento de TMR utilizando como parâmetro dor, função e ADM. Os resultados apresentaram que todos os indivíduos obtiveram melhora no quadro de dor, na ADM, e função do ombro. Embora seja considerado simples, o grupo que utilizou somente da cinesioterapia aprimorada apresentou maior ganho de ADM na maioria dos parâmetros avaliados. Em acordo com este trabalho, o estudo realizado por Souza, Mejia, (2015) atesta que dos recursos que a fisioterapia oferece, a cinesioterapia aplicada respeitando a individualidade de cada indivíduo e a fase inflamatória em que se encontra, é o recurso mais benéfico capaz de produzir uma melhora significativa na TMR.

CONCLUSÃO

Conforme os estudos analisados concluiu-se que em comparação as condutas de tratamento, apenas duas apresentaram resultados significativos quanto a melhora de sua sintomatologia a curto prazo. Entende-se que ao decorrer do tratamento terapêutico, as estruturas periarticulares do ombro passam por um processo inflamatório e esse deve ser respeitado, a fim de que ocorra a regeneração destas estruturas visando a aptidão funcional.

Embora haja uma gama de recursos terapêuticos complementares (eletrotermofototerapia, bandagem funcional, ESWT) que funcionem em sinergia com um programa de exercícios capazes de melhorar a injúria presente, a cinesioterapia foi presente na maioria dos resultados encontrados, e essa quando aplicada com exercícios concêntricos, isométricos e excêntricos de acordo com a fase inflamatória presente mostrou-se como a conduta padrão ouro.

REFERÊNCIAS

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