Glossário de Fisioterapia

Este é um glossário com as palavras usadas por nós fisioterapeutas.
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A


Abcesso – Acúmulo de pus contendo micróbios mortos, células sangüíneas mortas e fluido que emana da região infectada. Apresenta – se sob a forma de bolsa de pus bem delimitada que se constitui no seio de um tecido após uma inflamação.

Abdução – Movimento lateral dos membros afastando-os do plano mediano do corpo, ou ainda, a inclinação lateral da cabeça ou do tronco.

Abliopia – Redução ou escurecimento da visão.

Acinesia – Desaparecimento ou grave perturbação dos movimentos, que leva à uma grande dificuldade para iniciar, mudar a direção, interromper e reiniciar um movimento. É decorrente de uma alteração na atividade dos gânglios basais do cérebro, tornando-se muito incômoda porque para realizar mesmo o mais simples movimento o portador de acinesia tem que exercer um alto grau de concentração e esforço mental. Dessa forma quando o movimento consegue ser iniciado, se apresenta duro e fragmentado. É um sintoma muito comum na doença de Parkinson. A fisioterapia atua visando melhorar a amplitude de movimento, o equilíbrio, e a manutenção das habilidades funcionais do paciente.
Aderência – Fixação de dois órgãos ou duas superfícies normalmente separadas. A aderência pode ser congênita ou secundária a um processo inflamatório.

Adução – Movimento pelo qual um membro ou um segmento de membro é aproximado do eixo mediano do corpo. Ação de trazer, conduzir.

Aeróbio – diz-se de um microrganismo que tem a necessidade de oxigênio livre para sobreviver.

Afasia – Distúrbio no processamento e/ou produção da linguagem, que afeta a compreensão auditiva, compreensão de leitura, expressão verbal, escrita e gestos simbólicos. Dependendo da área do cérebro lesada, a afasia pode ter carácter motor (afasia de expressão), ou sensitivo (afasia de percepção). Na afasia motora o paciente é capaz de compreender a linguagem falada ou escrita, mas tem dificuldade de se expressar adequadamente falando ou escrevendo. Já na afasia sensitiva a compreensão da linguagem tanto falada como escrita é deficiente. Embora um paciente afásico deva ter sempre o acompanhamento de um fonoaudiólogo, o fisioterapeuta pode auxiliá-lo enfatizando durante a terapia sua capacidade de compreensão, e encorajando-o a se comunicar através da fala e dos gestos. 
Agenesia – Incapacidade de produzir, esterilidade, impotência. Ausência ou interrupção do desenvolvimento de um determinado órgão ou de parte do corpo.

Agnosia – Deficiência de reconhecimento através de um determinado canal sensorial, mantendo no entanto o funcionamento de outros canais. Por exemplo: é possível termos um paciente agnósico visual que apesar de ser incapaz de identificar a natureza e o significado de um objeto que lhe é mostrado, quando o toca consegue reconhecê-lo. Algumas formas clínicas de agnosia são: agnosia visual; agnosia auditiva; agnosia tátil (estereognosia); agnosia espacial; somatoagnosia (não reconhece o próprio corpo ou parte dele); anosognosia (não reconhece parte do corpo com distúrbio motor, paresia ou paralisia). A fisioterapia pode auxiliar na melhora de uma determinada agnosia proporcionando estímulos contínuos no canal sensitivo acometido durante a sessão de tratamento.
Agonista – Classificação dada a um músculo quando é o agente principal na execução de um movimento.

Agrafia – Incapacidade de escrever em razão de acometimento dos centros nervosos da escrita.

Alongamento – Manobra através da qual se afasta a origem e inserção de um determinado músculo ou grupo muscular, visando alongar as fibras aumentando a amplitude articular. O alongamento é extremamente utilizado como um processo de aquecimento em diversas práticas esportivas. Essa utilização baseia-se em três pontos que o alongamento poderia ajudar: no aquecimento geral, na prevenção de lesões e na melhora da performance esportiva.

Alta voltagem

Ambliopia

Amiloidose – Doença que se caracteriza pelo acúmulo de proteínas amilóide em vários órgãos do corpo.

Amiotrofia – Atrofia muscular.

Amnésia anterógrada – Amnésia que concerne aos fatos ocorridos após o acidente causador; amnésia pós – traumática.

Amnésia retrógrada – amnésia que concerne aos fatos ocorridos anteriormente à causa.

Amplitude de movimento – (ADM) Capacidade de movimentação de uma ou mais articulações em graus. Cada articulação possui um intervalo de normalidade que é limitado por ligamentos (incluindo a cápsula articular), comprimento e extensibilidade dos músculos e fáscias, tendões, interposição de massas de tecidos moles, ou contato de um osso contra o outro. Na fisioterapia, tem papel importante na avaliação e também na verificação da evolução do paciente durante o tratamento.
Amputação

Anaeróbio

Analgesia

Anamnese

Anatomia – Palavra de origem Grega que significa seccionar. É a ciência que estuda a estrutura e a morfologia do homem e dos animais. Seu especialista é o anatomista. Podendo ser dividida em vários os ramos.

Anatomia Microscópica – Ramo que se estudam as estruturas das células, tecidos e órgãos na microscopia ótica.

Anatomia Patológica – Estuda as alterações orgânicas provocadas pelas doenças.

Anatomia radiológica – Estudada por meio de exames radiológicos, ressonância magnética, tomografia computadorizada e ultra-som.

Aneurisma

Angina – Desconforto causado pela diminuição do suprimento sanguíneo do músculo cardíaco, normalmente resulta em desequilíbrio entre a quantidade de oxigênio que o músculo precisa, e o que ele tem. É relatada pelo paciente como dor no peito em aperto, peso, opressão ou queimação, às vezes acompanhada de sudorese, náuseas e vômitos. A angina pode ser classificada em: estável (ocorre após esforço); instável (ocorre a qualquer momento); transitória (ocorre após esforço, mas cessa mesmo que esse continue ou aumente). O tratamento fisioterápico cardiovascular, trata fundamentalmente a angina estável, podendo obter sucesso com o treinamento físico, que fará com que o limiar de angina aumente ou até mesmo a elimine.
Angiografia

Anóxia – Diminuição do fornecimento de oxigênio para os tecidos e para as células.

Anquilose – Diminuição ou perda total da mobilidade articular.

Antagonista – Classificação dada a um músculo quando é o opositor principal na execução de um movimento

Antalgia

Anteversão – Movimento da articulação sacro-ilíaca no qual ocorre uma rotação anterior da pelve, fazendo com que as espinhas ilíacas antero-superiores apontem para o solo (empinar a bunda).

Antidrômico – Referente ao movimento de impulsos nervosos no sentido centrípeto, ou seja, movimento realizado dos dendritos para o soma celular do neurônio.

Antropometria – Conjunto de técnicas utilizadas para medir o corpo humano ou suas partes.

Apatia – Falta de emoção, motivação ou entusiasmo. É um termo psicológico para um estado de indiferença

Apnéia – O termo Apnéia designa a suspensão voluntária ou involuntária da respiração, ou a interrupção da comunicação do ar atmosférico com as vias aéreas e pulmões.

Apoptose – rte da célula

Arreflexia

Arritmia – Ritmo anormal do batimento do coração, ou interrupção de sua regularidade. São classificadas quanto ao local de origem (ventricular- abaixo do feixe de Hiss; supraventricular- acima do feixe de Hiss), e quanto as características do pulso (bradiarritmia- frequência abaixo de 60bpm; taquiarritmia- frequência acima de 100bpm). As arritmias são causadas por diminuição do suprimento sanguíneo de oxigênio para o músculo cardíaco, desequilíbrios eletrolíticos ou intervenção cirúrgica. O tratamento fisioterápico baseia-se no treinamento físico que alivia o desconforto sentido muitas vezes pelos pacientes arritmicos e aumenta o suprimento de oxigênio para o miocárdio. Quando a arritmia é pós operatória, o objetivo do tratamento é manter uma boa ventilação para evitar complicações pulmonares.
Arteriosclerose – situação médica na qual existe o endurecimento e espessamento da parede das artérias. Pela diminuição da elasticidade arterial, costuma provocar aumento da pressão arterial sistólica e diminuição da pressão arterial diastólica. É quase universal na velhice e predominantemente no sexo masculino, já que as mulheres desviam suas gorduras sangüíneas para a produção de estrogênio.

Articulação – As articulações são conexões habituais existentes entre dois ou mais ossos, nos vertebrados, ou entre os artículos dos apêndices dos invertebrados

Artralgia – Dor articular

Artretomia

Artrite reumatóide – Distúrbio inflamatório crônico e progressivo que pode afetar vários órgãos e tecidos, mas que ataca principalmente as articulações. A inflamação prolongada gera destruição da cápsula articular e pode levar posteriormente à anquilose da articulação. Admite-se que tenha causa auto-imune (o organismo reage contra uma substância própria), e frequentemente há presença de fator reumatóide. Pode causar algumas deformidades tais como: desvio ulnar da mão; hiperextensão das interfalangeanas proximais e flexão das distais ou o contrário; dedos do pé em garra etc. A Fisioterapia visa a manutenção de uma boa ADM que normalmente devido à dor e à falta de movimento está diminuída; ganho de força e estabilidade articular suficientes para a realização de AVD’s; e eliminação da dor propriamente dita com o uso de alguns recursos como por ex. TENS, Infra Vermelho, e Ultra-som.
Artrocentese

Artrocondrite

Artrodese – Intervenção cirurgica realizada com a finalidade de suprimir totalmente a mobilidade de uma articulação. (Colaborou: Luana Tamires Guerreiro)

Artroplastia – Reconstrução ou substituição, por prótese, de articulação

Artrose – Processo degenerativo localizado nos elementos que constituem uma articulação.

Asma – Doença inflamatória crônica das vias aéreas inferiores, o que determina seu estreitamento e uma limitação variável de fluxo aéreo, resultando na dificuldade de respirar.Manifesta-se clinicamente por episódios de recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto no peito e tosse a noite e pela manhã ao despertar.
Aspiração – Procedimento invasivo utilizado pelo fisioterapeuta respiratório na rotina hospitalar, que tem como objetivo principal remover as secreções das vias aéreas superiores e brônquios, melhorando a ventilação pulmonar, embora também possa estimular o reflexo da tosse, evitar ou reverter uma atelectasia e facilitar as trocas gasosas. A aspiração é geralmente realizada em pacientes que estão na unidade de tratamento intensivo, sob ventilação mecânica ou não, mas pode também ser realizada em pacientes no leito, que não conseguem expelir voluntariamente as secreções. Existem três formas de aspirar: introduzindo um cateter através da boca, do nariz ou da traqueostomia.
Astenia

Ataxia – Incoordenação geral dos movimentos causada geralmente por lesão no cerebelo. O sistema inconsciente de controle motor perde a noção de distância e profundidade levando à falta de coordenação principalmente dos movimentos dos membros. O paciente geralmente possui marcha atáxica, ou seja, anda como se estivesse embriagado, com as pernas abertas para ampliar sua base de sustentação. A incoordenação muscular pode inclusive atingir a articulação da fala (disartria). A fisioterapia trabalha com o paciente atáxico visando ganhar estabilidade postural, equilíbrio, marcha funcional e precisão dos movimentos dos membros. 
Atelectasia – Colabamento dos alvéolos que resulta na expansão incompleta do pulmão. Uma das grandes causas é o acúmulo de secreção que ocorre principalmente no pós operatório do tórax e abdomen, devido às anestesias que diminuem a função e limitam esforço inspiratório do paciente gerando hipoventilação. O medo de tossir, e sentir dor na incisão cirúrgica também é um dos fatores. O tratamento se baseia em orientações pré e pós operatórias, quanto a mudanças de decúbito, movimentação, tosse, e o uso de manobras de reexpansão. Atelectasias são alterações que mais frequentemente necessitam de atuação fisioterápica, principalmente em unidades de terapia intensiva, obtendo na maioria dos casos reversão do problema.
Ateroma

Aterosclerose – Doença que se caracteriza pela formação de placas ateromatosas (compostas por plaquetas, tecido fibroso, cálcio, gorduras, etc.), na parede dos vasos, predominando nas artérias de médio e grande calibre. Conforme a placa cresce, oclui a luz do vaso; podendo também romper-se, liberando partículas que poderão ocluir outros vasos mais distantes. Os fatores de risco para a formação e o crescimento dessas placas são: dislipidemia (valor aumentado de lipídeos no plasma), hipertensão arterial, tabagismo, diabetes. O treinamento físico planejado no que se refere à intensidade, duração e frequência, assim como controle dos sinais vitais durante sua realização, traz para o paciente melhora ou alívio do desconforto ao esforço, além de retardar o progresso da doença e reduz a probabilidade de novos eventos. Por isso a fisioterapia cardiorespiratória se torna componente essencial na reabilitação de tais pacientes. 

Obs: Arteriosclerose é diferente de aterosclerose. A primeira é um termo genérico utilizada para artérias espessadas e rígidas de qualquer tamanho, e por qualquer motivo. Portanto aterosclerose é um tipo de arteriosclerose.
Atetose – Distúrbio neurológico caracterizado por movimentos involuntários, lentos e ondulantes e que geralmente ocorre nas extremidades.

Átrio

Atrofia – Redução ou diminuição de um órgão ou tecido.

Ausculta – Recurso utilizado principalmente na fisioterapia respiratória e cardiovascular, com o objetivo de verificar a normalidade ou não dos ruídos internos do organismo. Pode ser realizada indiretamente através de um estetoscópio, ou diretamente, acoplando-se o ouvido à região a ser auscultada. Tem por finalidade auxiliar o diagnóstico e monitorar a evolução do paciente.
Auscultação 

Autismo – Transtorno desintegrativo do desenvolvimento, que possui como características fundamentais o funcionamento anormal na interação social, comunicação anormal e comportamento restrito, estereotipado e repetitivo. Crianças autistas têm grandes probabilidades de sofrerem com infecções respiratórias e a fisioterapia pode auxiliá-las no tratamento clínico, além de contribuir quando necessário para corrigir posturas viciosas, falta de coordenação motora, ou qualquer outro problema neuromusculoesquelético. 
Autólise

Automatismo

Avaliação postural

Avulsão

Axonotmese

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B


Babinski

Balnoterapia

Banhos

Barotrauma – Acidente gerado pela incapacidade do ser humano de equilibrar a pressão no interior das suas cavidades pneumáticas frente à pressão externa em variação brusca e/ou intensa. A forma mais frequente é a do ouvido médio causado por exemplo devido a variação de altitude, embora nas unidades de tratamento intensivo (UTI), o barotrauma pulmonar, que pode ocorrer devido a uma ventilação mecânica mal monitorada, seja aquele que mais preocupa o fisioterapeuta.
Barra paralela

Barreiras arquitetônicas

Báscula- Movimento de rotação externa ou interna das escápulas, normalmente associados à movimentação da articulação do ombro (gleno umeral).

Base de suporte

Bioretroalimentação – Técnica que utiliza equipamento geralmente eletrônico, como por exemplo eletroencefalograma e eletromiografia, para revelar aos seres humanos alguns dos seus fenômenos fisiológicos internos normais e anormais, sob a forma de sinais visuais e auditivos, incentivando-os a manipular estes fenômenos. O objetivo da técnica é desenvolver uma habilidade de controlar o próprio sistema nervoso. Através dela pode se tentar por exemplo, um controle da pressão arterial, frequência cardíaca, temperatura da pele, reeducação de músculos fracos, e relaxamento de músculos hiperativos, fatores que auxiliam o tratamento fisioterápico.
Bioética

Biofeedback

Biomecânica – Estudo das relações anatomofisiológicas e mecânicas do movimento do homem e de seus segmentos corporais. A fisioterapia vale-se da biomecânica para descrever, analisar e avaliar posturas e movimentos (ex. marcha), e para estudar as forças que agem sobre e dentro do corpo humano.
Bipedestação – Manter-se de pé, apoiado sobre as duas pernas.

Bloqueios cardíacos

Bobath

Bola Bobath

Bolsas geladas

Bonett

Bradicardia

Bradicinesia – Diminuição e lentidão dos movimentos, decorrentes de uma alteração na atividade dos gânglios basais do cérebro. Leva à uma dificuldade para iniciar, mudar a direção, interromper e reiniciar um movimento. Normalmente o movimento é muito lento, duro e fragmentado. É sintoma comum da doença de Parkinson. A atuação da fisioterapia é visando melhorar a amplitude de movimento, o equilíbrio, e a manutenção das habilidades funcionais do paciente.
Brônquite crônica – Doença obstrutiva, ou seja, há diminuição do fluxo de ar expirado, caracterizada pela presença constante ou por aumentos recorrentes das secreções brônquicas, desencadeando tosse para sua eliminação. Ocorre também aumento no número e no tamanho das glândulas secretoras de muco, o que faz com que diminua o calibre dos brônquios, sendo este um dos fatores da obstrução, assim como a própria secreção. Está associada principalmente ao tabagismo, porém outros fatores ambientais como a poluição, também podem desencadeá-la ou agravá-la. A fisioterapia respiratória utiliza manobras de higiene brônquica (tapotagem, vibração, drenagem postural ), e treinamento da musculatura respiratória no intuito de melhorar a ventilação do paciente, sua capacidade de realizar e suportar atividades físicas e sua qualidade de vida.
Bruxismo

Bursa – Bolsa sinovial é uma pequena bolsa cheia de líquido (sinóvia) localizada no ponto em que um músculo ou tendão roça num osso.

Bursite – Inflamação de uma bursa.

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C


Cade Cadeira de rodas – Órtese móvel que frequentemente é prescrita para o paciente insuficientemente capacitado com o objetivo de reintegrá-lo à sociedade, tornando-o o mais independente possível, porém se mal empregada, seu uso pode exacerbar os problemas associados à essa incapacidade. É composta por um sistema de assento (superfície de assento; encosto do assento; cinto de colo; descanso para os braços; e apoio para os pés) e uma base móvel (rodas; aros manuais; pneus). O fisioterapeuta avalia a necessidade do uso da cadeira de rodas, e depois cuida para que esta seja a melhor adequada para este paciente, cuidando de aspectos tais como: altura e tipo de apoio para os pés (relacionado com o comprimento da perna); profundidade do assento (relacionado com a distância coxa/quadril) e etc. O papel do fisioterapeuta vai além, pois é ele que irá mostrar ao paciente a melhor forma de utilizar sua cadeira sem provocar danos à sua saúde, e de transferir-se dela para outra superfície e vice-versa.
Cãibra – Contração involuntária continuada e dolorosa dos músculos esqueléticos, tendo como principais causas algum fator irritativo local ou anormalidade metabólica de um músculo, como frio intenso, falta de fluxo sanguíneo ou fadiga por excesso de exercício. Tais alterações geram impulsos sensoriais que são transmitidos do músculo para a medula espinhal e sistema nervoso central causando assim a contração muscular reflexa e a dor. 
Calcificação

Calo ósseo

Calor profundo

Calor seco

Calor superficial condutivo

Calor superficial convectivo

Calor superficial por irradiação

Campos eletromagnéticos

Campos pulsados (efeito térmico, efeito mecânico e sonoforese)

Canadense

Câncer – Palavra de origem latina, cujo significado é caranguejo. Tem esse nome, pois as células doentes atacam e se infiltram nas células sadias como se fossem os tentáculos de um caranguejo. Esta doença tem um período de evolução duradouro, podendo, muitas vezes, levar anos para evoluir até ser descoberta.

Capacidade aeróbica

Carcinoma

Cardiopatia

Cavitação

Cefaléia

Cervical

Cervicalgia

Cervicobraquialgia

Chumaço triplo

Cianose

Ciatalgia

Ciatalgia (músculo esquelético)

Cicatriz

Cicloergômetro

Cifose

Cinesiologia

Cinesioterapia

Cinestesia

Circundação

Cirtometria – Procedimento que tem por finalidade medir o perímetro de certas partes do corpo (ex.: cabeça, tórax, coxa), assim como deformações e dilatações que estas possam sofrer. Utiliza-se para tal procedimento uma fita métrica. Na fisioterapia possui um papel importante na avaliação e na verificação da evolução do paciente durante o tratamento. Exemplos: na fisioterapia respiratória utiliza-se a cirtometria dinâmica, comparando os perímetros torácicos e abdominais durante a inspiração e expiração máximas para auxiliar a verificação da condição respiratória do paciente. Na neuropediatria, é rotina da fisioterapia usar a cirtometria cefálica (perímetro cefálico) como uma das maneiras de avaliar as condições neurológicas da criança.
Cirtometria

Claudicação

Climatério – Período no qual ocorre um declínio fisiológico gradual da atividade ovariana, ou seja, a ovulação cessa, o período reprodutor termina, a menstruação cessa e os órgãos reprodutores atrofiam até que o corpo se adapte ás alterações hormonais. As mulheres geralmente experimentam uma certa instabilidade nervosa e desconforto durante esse período, que podem ser aliviadas com exercícios regulares e orientações sobre a nova condição. A fisioterapia pode intervir também com exercícios voltados para a prevenção da osteoporose, que pode surgir como decorrência destas alterações. Obs.: Climatério e menopausa não são sinônimos. Menopausa refere-se ao fim do período fértil da mulher, ou seja, quando sua menstruação cessa, sendo apenas um dos sinais da chegada do climatério 
Clônus – Contrações e relaxamentos de um músculo ocorrendo em rápida sucessão, em alguns casos há espasticidade e distúrbios convulsivos.

Coccígea

Cognição 

Colete de Milwaukee

Cólica

Coma – Estado patológico caracterizado por perda da consciência e por ausência de reação aos estímulos externos (visuais, auditivos, olfativos, táteis) com conservação das funções respiratórias e circulatórias, que podem, entretanto, estar reduzidas ou perturbadas. Podendo se do tipo:

Coma induzido – Estado a que é levado um cliente através de medicamentos específica quando precisa ser mais bem observado pela equipe médica.

Coma vigil – Coma em que o paciente, embora permaneça inconsciente, apresenta os olhos arregalados, configurando um olhar vago e perdido, e o rosto sem expressão.

Complascência pulmonar

Condicionamento cardio-vascular

Condicionamento físico

Condropatia

Congestão – Acúmulo anormal ou excessivo de sangue em uma parte do organismo.

Consciência corporal

Contração concêntrica

Contração excêntrica

Contração isométrica

Contração isotônica

Contralateral

Contratura – Encurtamento ou retração de pele, fáscia, músculo ou cápsula articular que restringe a mobilidade ou flexibilidade normal desta estrutura. Segundo alguns autores é irreversível pois resulta de uma deficiência no trofismo do tecido, ou seja, falta de circulação ou inervação. Desta forma somente uma cirurgia seria capaz de revertê-la. Outros autores definem a contratura como um encurtamento persistente, resistente ao estiramento e, que eventualmente pode tornar-se irreversível. Baseado nesta definição, exercícios específicos de alongamentos e splints de posicionamento poderiam revertê-la. A contratura decorre principalmente da prolongada falta de movimentação, o que ocorre com frequência em pacientes neurológicos, portadores de polimiosite, distrofia muscular e doenças reumáticas. 
Contusão – Lesão causada por um trauma direto no corpo muscular de uma unidade músculo tendinosa, resultando em ruptura capilar e sangramento no músculo, seguido por uma reação inflamatória. Dependendo de sua gravidade pode ser observado diferentes graus de limitação de movimento da articulação relacionada à unidade músculo tendínea em questão.
Convulsão

Coordenação

Corrente contínua

Corrente diademânica

Corrente farádica

Corrente interferencial

Coto

Crepitação

Crioterapia

Cura

Cyriax

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D


Deambulação

Debridamento

Déficit cognitivo

Deontologia

Derivações dos membros

Derivações precordiais

Dermatite

Dermatomiosite

Dermátomo

Derrame pleural

Desaxiação

Despolarização

Diabetes

Diagnóstico

Diartrose

Diatermia

Dinamômetro

Diplopia

Disartria – Incoordenação para a articulação das palavras, o que leva o paciente a falar com voz arrastada. A formação das palavras depende de uma sucessão rápida e ordenada de movimentos musculares na laringe, boca e sistema respiratório. A falta de coordenação entre estes e a incapacidade de prever a intensidade ou a duração do som, causam uma vocalização desorganizada. O tratamento para pacientes com disartria deve ser feito em conjunto com um fonoaudiólogo, que será muito mais capaz de classificar a disartria e propor o tratamento adequado. O papel da fisioterapia é colaborar com o fonoaudiólogo, avaliando as condições dos músculos respiratórios e faciais, fazendo a intervenção necessária.
Discinesia

Discite

Disestesia

Disfagia – Dificuldade ou inabilidade para deglutir. Refere-se a uma gama de distúrbios neuromusculares que acomete as estruturas da cavidade oral, faringe, laringe ou esôfago. Pode levar à manipulação ineficiente de comida ou líquidos devido a déficits motores orais, e causar grave comprometimento do estado nutricional e pulmonar em consequência da penetração de comida ou líquido nas vias aéreas (aspiração). Por acometer o paciente de forma global, a disfagia deve ser tratada multidisciplinarmente, contando com médicos, fonoaudiólogo, psicólogo, nutricionista, dentista e, o fisioterapeuta que neste caso terá como objetivo principal otimizar a ação muscular do tórax, facilitando um trabalho respiratório mais adequado. 
Disfasia

Disforia

Disfunção

Dislipidemia

Dismetria – Incapacidade de controlar a amplitude dos movimentos musculares. É causada principalmente por lesão no cerebelo. O sistema que controla os movimentos perde a capacidade de avaliar a distância que os movimentos irão percorrer, e estes não alcançam ou ultrapassam o ponto desejado; depois o cérebro compensa excessivamente na direção oposta, levando geralmente à uma incoordenação geral de movimentos chamada ataxia. A fisioterapia não pode solucionar completamente o problema da dismetria, mas pode realizar exercícios específicos que a atenuem para que o paciente seja capaz de realizar movimentos mais precisos de membros, e consiga marcha mais funcional. 
Displasia

Dispnéia

Distensão – Em termos músculos esqueléticos, refere-se à lesão que indica ter ocorrido ruptura nas fibras musculares, na junção músculo-tendínea, ou na inserção óssea de uma unidade músculo tendinosa. Essa ruptura pode ser causada por trauma direto (contusão), estiramento (distensão aguda), repetida ação de cargas (distensão crônica) ou uma laceração.
Distonia

Distrofia

Distúrbio

Dor

Dor ciática

Dor fantasma

Drenagem brônquica

Drenagem pleural

Drenagem postural

Duchas

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E


Eclâmpsia – Ocorrência de uma ou mais convulsões, não atribuíveis a outras condições cerebrais como epilepsia ou hemorragia cerebral, em pacientes que apresentam pré-eclâmpsia (doença caracterizada por hipertensão arterial; eliminação excessiva de proteínas na urina- proteinúria; edema; ocorrendo devido à gravidez ou influência de gestação recente ). As mulheres primigestas ( primeira gestação ) são as predominantemente acometidas pela eclâmpsia, e ela aparece após a vigésima semana de gestação. O médico obstetra procura antecipar o parto de pacientes com pré-eclâmpsia, pois se ela mantiver a proteinúria, as chances de morte durante o parto triplicam, e são também candidatas a exibir eclâmpsia e queda no seu quadro clínico. 
Edema

Efusão

Eletro-analgesia

Eletrocardiograma – (ECG) Registro do funcionamento cardíaco por meio da captação da atividade elétrica do coração, através de equipamentos sensitivos de detecção (por exemplo eletrodos) colocados sobre a pele. O ECG é importante para o diagnóstico de certas patologias cardíacas porque é capaz de acusar arritmias, isquemias, infartos, e lesões. Além disso o ECG pode ser um recurso de monitorização das condições do paciente durante sessões de fisioterapia.
Eletroencefalograma

Eletroforese

Eletromiografia

Eletroneuromiografia

Eletroterapia

Embolia

Êmbolo

Empiema – Acúmulo de líquido purulento em órgãos ocos e/ou cavidades (ex.: cavidade pleural, vesícula biliar). A intervenção fisioterápica é de grande importância no tratamento inicial do empiema pleural ( acúmulo de líquido entre as pleuras do pulmão), pois este frequentemente é complicação de um quadro infeccioso, e o tratamento clínico, pode ser capaz de regredi-lo sem que haja necessidade de uma intervenção cirúrgica.
Encurtamento

Endurance

Enfisema pulmonar – Doença obstrutiva, ou seja, há diminuição do fluxo de ar expirado, devido principalmente à perda elástica das paredes pulmonares, com consequente aumento do espaço aéreo que se torna ineficaz. A sintomatologia característica é a dispnéia aos esforços progressivamente menores, ocorrendo também maior uso da musculatura acessória da respiração. O paciente apresenta tórax hiperinsuflado (em tonel ), há acometimento maior na faixa etária após os 50anos e em fumantes. A fisioterapia respiratória utiliza manobras de desinsuflação, tais como a pressão expiratória e o freno labial, e treinamento da musculatura respiratória, no intuito de melhorar as trocas gasosas do paciente e também sua capacidade de realizar e suportar as atividades físicas diárias.
Entorse – Traumatismo agudo caracterizado pela perda momentânea do contato entre superfícies articulares. É causado por ruptura ligamentar, podendo não comprometer a estabilidade articular, quando afeta apenas algumas fibras (grau 1), comprometê-la quando afeta um número significativo de fibras (grau 2), ou causar total instabilidade quando a ruptura for completa. Ocorre principalmente em pessoas com frouxidão ligamentar, sendo a articulação do tornozelo a mais acometida.

Obs.: entorse é substantivo feminino, e portanto o correto é dizer a entorse.
Enxerto

Epidemiologia

Epilepsia

Episiotomia – Procedimento rotineiro em maternidades, que consiste em uma incisão cirúrgica no músculo períneo, realizada com tesoura ou bisturi. Existem algumas formas de episiotomia: mediana (centro do períneo em direção ao ânus); mediolateral (centro do períneo para lateral); lateral (lateral do períneo para lateral). Seu objetivo é impedir ou diminuir o trauma dos tecidos do canal do parto, favorecendo a descida e libertação do feto, e também evitar que ocorra qualquer lesão ao feto pela pressão prolongada da sua cabeça contra este músculo. 
Equilíbrio

Equimose

Equoterapia

Ergógrafo

Ergometria

Ergômetro

Ergonomia – Área de conhecimento multiprofissional e interdisciplinar que planeja as condições físicas, produtos, projetos e sistemas adequando-os às limitações do homem. A fisioterapia estuda a ergonomia visando o máximo de conforto, segurança e eficiência no movimento humano para que não se instale a fadiga, sejam evitados acidentes e o máximo do desempenho do indivíduo seja alcançado.
Erisipela

Eritema

Escara

Esclerodermia- Doença crônica do tecido conjuntivo de carater auto imune. Afeta principalmente mulheres. A sua causa não é conhecida, embora se saiba que há uma super produção de colágeno que poderia estar gerando algumas alterações. Pode ser sistêmica (afetar várias partes do organismo, tais como rins, pulmões, esôfago, músculos e pele) ou localizada ( mais comum em crianças, afeta somente uma parte do organismo). Os sintomas variam de paciente para paciente, o que torna a doença muito particular, mas os principais são: fenômeno de Raynaud; suor excessivo de pés e mãos; dor e dificuldade para movimentar as articulações; problemas gastrointestinais e digestivos.
Esclerose múltipla

Esclerótomo

Escoliose

Escoriação

Esfigmomanômetro – Instrumento destinado a medir a pressão arterial. É constituído por um manômetro de mercúrio ou de ponteiro onde é indicado o valor da pressão, um manguito insuflável que é colocado ao redor do braço do paciente, uma pêra de borracha e uma válvula de metal. Seu uso é rotina da fisioterapia principalmente cardiovascular e respiratória, pois ele auxilia na avaliação determinando se é preciso ou não intervir. Também fornece as variações de pressão durante o tratamento, mostrando se o mesmo pode ser mantido ou deve sofrer alguma alteração. 
Espaldares

Espasmo – Contração involuntária e mantida do músculo liso (cólica) ou estriado (cãibra), ou de um segmento dentro destes músculos, que ocorre como resultado de estimulação nervosa. Quando a contração espasmódica é muito forte ou se mantém por tempo prolongado, dá origem à alterações metabólicas e circulatórias que leva a dores isquêmicas e um aumento da contração inicial, ainda que a causa geradora do espasmo tenha sido eliminada. Pode ser também uma resposta no músculo à infecção viral, frio, período prolongado de imobilização, tensão emocional ou trauma direto ao músculo. 
Espasticidade

Espinha bífida

Espirometria – Exame laboratorial de caracter predominantemente mecânico que fornece medidas sobre a entrada e saída de ar nos pulmões do paciente, avaliando desta forma as condições físicas toracopulmonares. É comumente utilizada na fisioterapia respiratória para auxiliar o diagnóstico, o prognóstico e avaliar a evolução das pneumopatias ou das disfunções respiratórias.
Espondilite Anquilosante – Doença inflamatória de acometimento principalmente do tronco (articulações apofisárias, costovertebrais, sacroilíacas.) O paciente apresenta dor bilateralmente na articulação sacroilíaca e na coluna lombar, e rigidez nos movimentos geralmente no período da manhã. A perda da mobilidade da coluna se dá pelo processo de anquilose que ocorre nestas articulações. O paciente adquire uma postura cifótica , com flexão do joelho e anteriorização dos ombros e da cabeça (postura do esquiador). Esta postura e a diminuição dos movimentos do tórax, predispõe o paciente a problemas pulmonares pela dificuldade respiratória. A fisioterapia com alongamentos ajuda a prevenir tais deformidades, favorece a respiração com exercícios de expansão da caixa torácica e alivia as dores com recursos (TENS, infra-vermelho, etc) e movimentação.
Espondilite

Espondilolistese

Espondilose

Esquema corporal

Esquizofrenia

Estase

Esteatose

Estenose

Estereognosia

Estereotipias

Estertores – Ruídos produzidos na luz dos brônquios devido a passagem do ar por um meio líquido (secreções) ou pela diminuição da luz bronquial. Podem ser classificados em secos ou úmidos, de acordo com a presença ou não de secreção no meio em que foi produzido, e com as características desta quando ela está presente. É detectado através da ausculta, sendo importante para o diagnóstico e monitorização da evolução do paciente durante o tratamento fisioterápico. 
Estesia 

Estesiômetro

Estetoscópio – Instrumento simples utilizado para auscultar os ruídos internos do organismo. É constituído por um pequeno cone metálico acoplado à uma membrana formando uma câmara captadora de sons. Esta câmara transmite os sons captados através de um conduto metálico que se bifurca terminando em olivas, adaptáveis anatomicamente aos ouvidos de quem ausculta. 
Estiramento

Estresse

Etiologia

Etiopatogenia

Exercício

Exercício ativo

Exercício ativo-assistido

Exercício ativo-resistido

Exercício isocinético

Exercício isotônico

Exercício passivo

Exercício terapêutico

Extensão

Extrassístoles

Extubação – É a retirada da cânula intratraqueal, (via aérea artificial), que torna possível a entrada e a saída de ar nos pulmões de pacientes sob ventilação mecânica. No momento em que o paciente for capaz de respirar sem ajuda do aparelho, o fisioterapeuta, junto com o médico intensivista, avaliam as possibilidades de extubação. Alguns dos critérios seguidos são: nível de consciência (resposta à comandos verbais); PA e FC dentro da faixa de normalidade. Após a extubação manobras fisioterápicas, como reexpansão pulmonar e de higiene brônquica são fundamentais para reabertura de alvéolos que possivelmente se colabaram. (atelectasia pós extubação) 

Exudato

* Se você sabe mais alguma palavra ou quer contribuir com o significado de alguma existente, nos escreva para revista@novafisio.com.br ou clique aqui.

 

F

Fadiga

Fes (estimulação elétrica funcional)

Fibrilação

Fibrina

Fibroedema

Fibrose

Fibrose cística

Fisiologia

Fisioterapia

Flacidez

Flebite

Flexão

Flexibilidade

Fluidoterapia

Força muscular

Forno de Bier

Fortalecimento muscular

Fototerapia

Fratura

Frequência cardíaca

Frequência respiratória

Fricção profunda

Frote pleural

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G

Gaiolas

Gangrena

Gasometria – Consiste num método de avaliação invasivo, que realiza análises intermitentes dos gases do sangue. Os dados encontrados são comparados à valores de normalidade pré estabelecidos. É utilizada pela fisioterapia cardio-respiratória para confirmar um diagnóstico, assim como para definir o grau da insuficiência respiratória e sua evolução. 
Geno

Gibosidade

Goniometria – Método de avaliação da amplitude de movimento utilizado pelo fisioterapeuta, para verificar a existência ou não de limitações nos ângulos articulares, decidir se é necessário uma intervenção terapêutica sobre esta amplitude de movimento e documentar a eficácia desta intervenção.
Goniômetro – Instrumento utilizado para medir os ângulos articulares. O goniômetro comumente usado é um círculo completo (0o a 360o) ou meio círculo (0o a 180o). Possui um eixo que une dois braços, um fixo e um móvel, que acompanha o arco de movimento. Pode ser de plástico ou metal.
Gota

Grafestesia

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H

Hemartrose

Hematoma

Hemianopsia

Hemiplegia

Hemograma

Hemoptíase

Hemorragia

Hérnia

Hidrocinesioterapia

Hidroginástica

Hidroterapia

Hiperemia

Hiperlordose

Hipertensão

Hipertensão arterial

Hipertermia

Hipertrofia

Hiperventilação

Hiporreflexia

Hipotenar

Hipotermia

Hipotonia

Hipoventilação

Hipoxemia

Hipoxia

Homeostase

Hot pack

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I

Iatrogênico

Icterícia

Idiopático

Idiossincrático

Imagem corporal

Impétigo

Inalação – Recurso utilizado pela fisioterapia respiratória com o intuito de manter a umidade adequada das vias aéreas, melhorando a respiração, além de mobilizar e fluidificar as secreções. Indicada para a administração de medicamentos ou simplesmente com soro fisiológico para suplementação de oxigênio, este recurso é realizado na etapa inicial da sessão de tratamento, facilitando a realização posterior das manobras de higiene brônquica.
Inapetência

Incidência

Incontinência

Índice de Apgar

Infarto

Infecção

Inflamação

Infra vermelho

Inonimato

inspeção 

Inspiração

Insuficiência cardíaca – Situação clínica na qual o desempenho do coração encontra-se comprometido, ou seja, há uma dificuldade em suprir as necessidades metabólicas de todos os tecidos do corpo, estando este em esforço ou repouso. Representa via final comum de diversas doenças do coração, de diferentes etiologias. Pode ser classificada em aguda ou crônica, e os sintomas mais encontrados são: dispnéia; distensão abdominal; edema de extremidades; náuseas; vômitos; e tem evolução progressiva e quase sempre fatal. A fisioterapia cardiorespiratória trabalha com exercícios padronizados quanto à intensidade e periodicidade, trazendo para o paciente melhora progressiva da tolerância ao esforço além de outros benefícios, devendo ser evitado somente em caso de insuficiência cardíaca 
descompensada.

Interferenciais

Intubação – Introdução de uma cânula através da fossa nasal ou da boca, que torna possível a entrada e saída de ar dos pulmões de pacientes sob ventilação mecânica. Algumas das indicações para se intubar um paciente são: insuficiência respiratória aguda; obstrução das vias aéreas superiores; apnéias com parada cardiorespiratória e coma. O tubo deve ser colocado de modo que fique à três centímetros acima da carina (bifurcação da traquéia). Complicações advindas da intubação podem ocorrer, tais como a intubação de um brônquio principal (seletiva) deixando de ventilar um pulmão, ou a oclusão da cânula.
Iontoforese

Ipsilateral

Isquemia

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J

Joanete

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K

Kabat

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L

Labilidade

Laminectomia

Laser

Laserterapia

Lateralidade

Leg-press

LER – (Lesão por esforço repetitivo). É um termo genérico que caracteriza uma síndrome clínica de dor crônica acompanhada ou não de alterações físicas perceptíveis que atingem principalmente cervical e membros superiores (ombros, antebraços e mãos). A LER portanto não exprime uma determinada doença, mas caracteriza uma série de lesões que possuem fatores comuns em suas origens. Cervicobraqialgia, síndrome do túnel do carpo, epicondilites, tendinites, síndrome de Raynaud são exemplos de disfunções que podem ocorrer por estresse ocupacional. Os fatores de risco mais comuns para o desenvolvimento da LER, além de características e predisposições individuais são: alta repetitividade, o uso de força, posturas extremas e pressão mecânica. A fisioterapia atua especificamente em cada tipo de lesão, diminuindo a dor e recuperando a funcionalidade do indivíduo e na prevenção, implantando esquemas de pausas, rodízios, séries de exercícios durante o trabalho, promovendo orientação postural e adequando o local de trabalho.
Lesão

Linfagite

Linfedema

Linha alba

Lipotímia

Listese

Lombalgia

Lombar

Lombociatalgia

Lordose

Lupus eritematoso sistêmico – Doença inflamatória crônica do tecido conjuntivo, de carater auto imune e não hereditário que produz alterações na pele do rosto, articulações e órgãos. Por ser sistêmica (afeta o organismo como um todo), os sintomas são muito variados e dependem do grau de comprometimento do paciente, mas os mais frequentes são: a pele do rosto se torna vermelha (no formato de uma borboleta); fenômeno de Raynaud (hipersensibilidade ao frio nas extremidades); dor e dificuldade para movimentar punhos, mãos e dedos; dificuldade do rim para executar a filtração; pericardite (inflamação da camada serosa que cobre o coração, gerando dor no peito, febre e dificuldade para respirar). A fisioterapia com alongamentos e exercícios aeróbicos visa manter a amplitude de movimento do paciente ideal para realizar suas atividades de vida diária, melhorar sua capacidade respiratória e aliviar dores. A massagem facial é também muito utilizada devido a alta frequência de acometimento dessa região.

Luxação – Perda total do contato entre superfícies articulares. Acomete diversas articulações com por exemplo do ombro, quadril e fêmoro-patelar. Tem origem congênita, espontânea, recorrente ou traumática. Caracteriza-se principalmente por dor e edema. Quando o tratamento não é realizado de forma adequada, novos episódios de luxação podem ocorrer, sendo designadas luxações recidivantes. Um exemplo clássico é a luxação congênita do quadril.

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M

Maine

Maitland

Manipulação

Marcapasso

Marcha – Conjunto de movimentos alternados e rítmicos das extremidades inferiores, superiores e tronco que determinam o modo peculiar de cada indivíduo se locomover de um lugar para o outro. Embora haja particularidades na marcha, existe um padrão de normalidade que pode ser avaliado pelo fisioterapeuta quanto à suas condições de efetividade; quando uma intervenção for necessária este pode atuar melhorando a estabilidade, a coordenação e o equilíbrio.
Massagem 

Massagem com gelo

Massoterapia

Massoterapia clássica

Massoterapia reflexa (tecidos conjuntivos)

Meningite

Mesa ortostática

Mesas para exercício

Metaplasia

Metástase

Mialgia

Miastesia

Microondas – Tipo de radiação eletromagnética de alta frequência e pequeno comprimento de onda que na fisioterapia é usada basicamente para aquecimento dos tecidos superficiais e aumento do fluxo sanguíneo local. É conhecida como técnica de diatermia, sendo indicada em casos de afecções articulares como artrite reumatóide, bursite, tendinite; hérnia de disco, furúnculos, etc.
Mielina

Mielite

Mielografia

Mielotomia

Miosite

Miótomo

Mobilização

Mobilizações de tecidos moles

Mobilizações ósteo-articulares

Monitorização

Monoplegia

Muleta canadense

Muletas

Muscular

Musicoterapia

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N

Necrose

Nefrite

Negatoscópio

Neonato

Neoplasia

Neurastenia

Neurectomia

Neurite

Neurofibromatose

Neuroma

Neuropatia

Neuropraxia

Neurorrafia

Neurotmese

Nocicepação

Nocicepção

Nódulo

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O

Obstrução pulmonar

Oclusão

Oncogene

Ondas Curtas – (OC) Em fisioterapia são definidas como correntes elétricas de alta frequência que mudam sua polaridade tão rapidamente que não estimulam os nervos sensitivos ou motores, não causando desta forma dor nem contração muscular. No entanto ao entrarem em contato com os tecidos provocam um aquecimento profundo, que dá o nome do método de diatermia ( palavra grega que significa aquecimento através de.). A dosimetria das ondas curtas é essencial na terapia, uma vez que altas doses podem gerar danos aos tecidos. Existe dois tipos de terapia com ondas curtas, podendo estas serem contínuas ou pulsáteis. Quando pulsáteis não geram calor aparente o que questiona se o benefício do aparelho é somente a elevação na temperatura. Emprega-se as OC para cicatrização rápida de feridas, redução da dor, reabsorção de edemas e hematomas, estimulação potente da circulação periférica, diminuição de inflamações, entre outras coisas. 
Oponência

Orientação espacial

Orientação temporal

Órtese – Em fisioterapia é um aparelho externo usado pelo paciente para restringir ou promover um movimento, ou para aliviar a carga sobre um segmento corporal (bengala). Além desses objetivos, a órtese também é capaz de corrigir deformidades (talas). Existem vários tipos de órteses: talas; muletas; botas; cadeiras de rodas etc. O fisioterapeuta trabalha juntamente com uma equipe multiprofissional, durante a fase de avaliação e possível prescrição ortótica, na aceitação do uso da órtese, e no treinamento de como vesti-la, usá-la e mantê-la em bom estado de conservação
Ortodrômico

Ortostática

Osteoartrose

Osteófito

Osteomielite

Osteopatia – Terapia manipulativa, que adota o conceito da “pessoa como um todo”, considerando de extrema importância a mecânica funcional do corpo e o sistema de músculos, ossos, ligamentos e articulações, particularmente a coluna vertebral, como reflexo das doenças do mesmo e também parcialmente responsável pelo início de processos patológicos. A osteopatia utiliza métodos de diagnóstico tradicionais e específicos da osteopatia desenvolvidos para facilitar uma avaliação estrutural precisa. Segundo os osteopatas, desarranjos no alinhamento destas estruturas do corpo levam ao surgimento de patologias, e desta forma, as manipulações podem realinhá-las e liberá-las, restaurando a mobilidade, eliminando possíveis bloqueios circulatórios e nervosos da região em questão, e consequentemente reduzindo a dor. 
Osteoporose

Osteossíntese

Osteotomia

Oxigenoterapia – Administração de oxigênio para o paciente, que pode ser de forma invasiva (ventiladores mecânicos) ou não invasiva (tenda de oxigênio, máscaras, cateter nasal). A oxigenoterapia é utilizada principalmente pela fisioterapia cardio-respiratória com o objetivo de aliviar a redução dos níveis de oxigênio no organismo, e os prejuízos que ela pode trazer para os pacientes.
Oxímetro

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P

Paliativo – Diz-se da qualidade daquele tratamento que não age sobre a causa de uma doença, lesão ou disfunção; apenas atenua, acalma ou disfarça seus sintomas. Em alguns casos, como por exemplo em dores progressivas e/ou crônicas, especialmente do câncer terminal, a fisioterapia pode utilizá-lo, pois essa é uma situação na qual não é possível eliminar a causa principal do processo, o que ocorre também em casos de esclerose múltipla e parkinson.
palpação 

parada cardíaca 

Parada cardio-respiratória

Parafina

Paralisia

Paralisia Cerebral (PC) – É a sequela de uma malformação do encéfalo ou de uma lesão que ocorra antes de seu completo crescimento e desenvolvimento. A lesão pode ter inúmeras origens e atingir a criança ainda dentro do útero materno (ex.: queda da mãe), no momento do parto (ex.: falta de oxigênio), ou até o terceiro ano de idade (ex.: traumatismo cranioencefálico). A paralisia cerebral apresenta um conjunto de sinais e sintomas característicos que incluem alteração do tônus, dos reflexos, postura, coordenação, equilíbrio, ou seja, atinge o desenvolvimento motor da criança, podendo também comprometer o aspecto intelectivo, afetivo, e emocional Cada criança apresenta um quadro clínico muito próprio devido à área do encéfalo lesada e a fisioterapia depois de avaliá-la, trata-a visando diminuir suas alterações, permitindo um desenvolvimento motor o mais próximo possível do normal. 
Paralisia facial

Paraplegia

Paresia

Parestesia

Parkinson – Doença progressiva e crônica do sistema nervoso, causada pela deficiência do neurotransmissor dopamina, que por sua vez é resultado de uma degeneração de neurônios da substância negra. Clinicamente o paciente apresenta como sinais mais característicos a rigidez dos movimentos, tremor involuntário dos membros e bradicinesia, podendo também apresentar ausência de expressão facial (face de máscara), desenvolvimento de posturas fixas anormais, marcha apressada, etc.. O tratamento medicamentoso visa elevar a concentração de dopamina e o fisioterápico manter a capacidade funcional do paciente dentro das limitações impostas pela doença e retardar ou minimizar a progressão da mesma enquanto impede o desenvolvimento das complicações e deformidades secundárias.
Pé cavo

Pé equino

Pectóris

Percussão

Perfusão

Periartrite

Pericardite

Petéquia

Piscinas terapêuticas

Placebo

Plasticidade

Plegia

Pletismografia

Plica

Pneumatocele

Pneumonia

Pneumopatia

Pneumotórax – Presença de gás (oxigênio, por exemplo) no espaço entre as pleuras. Os sintomas mais comuns são falta de ar, tosse seca, respiração superficial e dor no tórax. O pneumotórax pode ocorrer por traumatismos (facadas, tiros), espontaneamente ou ter carater iatrogênico.
Poliomiosite

Ponto gatilho

Posição ortostática

Postura – Posição ou atitude do corpo; grau zero de movimento; arranjo relativo das partes do corpo para uma atividade específica ou uma maneira característica de alguém sustentar seu corpo. O conceito está intimamente ligado com o equilíbrio muscular, desta forma podemos ter diferentes posturas de acordo com a situação de cada músculo (encurtado ou alongado).
Preensão

Pressão arterial

Prevalência

Prevenção

Prodômico

Profilaxia

Prognóstico

Prolapso

Pronação

Propiocepção

Propriocepção

Prótese

Protopático

Protusão

Prurido

Psicomotricidade

Psoríase – Dermatose ( lesão na pele ) inflamatória crônica que afeta predominantemente homens, na região dos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Caracteriza-se por placas bem demarcadas na pele, de coloração rosa , recoberta por escamas aderidas de cor branco prateadas; também são frequentes alterações nas unhas. A sua causa é desconhecida, mas admite-se que o fator psicológico seja de grande importância. A psoríase pode também estar associada a artrite, determinando assim a artrite psoriásica, que pode ser leve ou produzir deformidades graves que lembram a artrite reumatóide.
Puerpério – Período que começa logo após o parto e termina quando o organismo materno já está como no seu estado pré gravídico, o que ocorre em aproximadamente seis semanas. Neste período ocorre o predomínio de ações catabólicas, de regressão de estruturas hipertrofiadas ou hiperplasiadas que abrigavam o feto. O tratamento da fisioterapia gineco-obstétrica baseando-se em exercícios específicos e seguros, visa o bem estar da mulher e uma recuperação mais rápida.
Pulsos exponenciais

Pulsos quadrados de longa duração

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Q

Quadro clínico

Quimiotaxia

Quiroprática – (quiropatia ou quiropraxia) Ciência que se baseia na premissa de que uma boa saúde depende em parte da normalidade das funções do SN. Para os quiropatas quando as estruturas do corpo, como por exemplo as células e os órgãos, estão funcionando normalmente, o indivíduo está saudável. No entanto quando a fisiologia do corpo está anormal, existe um quadro de doença. A quiroprática estuda o corpo como um todo, dando especial atenção à mecânica da coluna vertebral e às relações entre os sistemas ósseo, muscular, vascular e nervoso, utilizando para tal técnicas convencionais de diagnóstico como por exemplo o raio X. A filosofia prega muito mais do que a cura das doenças, a manutenção da condição de saúde. 
Quiropraxia

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R

Radiculografia

Radiografia

Reabilitação

Redução

Reeducação neuromuscular

Reeducação postural

Reflexo

Reflexo [arreflexia; hiporreflexia; hiperrreflexia]

Regeneração

Relaxamento

Reparação

Reparação de tecidos

Resistência/endurance

Respirador mecânico – Sofisticada válvula ligada à um sistema de oxigênio e/ou ar comprimido, que tem como finalidade colocar um determinado volume ou pressão de gases dentro do sistema respiratório de um indivíduo a fim de suprir suas necessidades respiratórias.
Ressonância

Restrição pulmonar

Retração

Retração muscular – Segundo Viel, (2001), retração é o estado hipertônico do músculo, com encurtamento mensurável do complexo másculo-tendão. Descrevem-se dois estados de retração: a retração de origem neurogênia (ativa), frequüentemente associada a uma hiper-excitabilidade do sistema gama e a retração passiva, que em virtude de uma lesão do tecido colágeno, causa uma imobilidade, que às vezes se prolonga (como após uma fratura)

Retroversão

Rigidez – Manifestação de aumento do tônus muscular (hipertonia), que apresenta diversas classificações. Na tentativa de manipular passivamente um paciente rígido, observa-se um aumento da resistência muscular ao movimento. A rigidez é um dos sinais clássicos da doença de Parkinson. Na rotina fisioterápica geralmente são utilizados diversos tipos de relaxamentos para diminuir a rigidez e facilitar a movimentação do paciente.
Ritmo sinusal – Ritmo Cardíaco Fisiológico: 60 a 80 bmp (batimentos por minuto)

Rizotomia

Rodas de ombro

Ronco – Tipo de estertor seco, produzido nos brônquios de grande calibre que indica a presença de muco, espasmo, edema ou lesão de parede brônquica. Caracteriza-se por ser um som grave e contínuo. Ocorre tanto na inspiração como na expiração sendo mais evidente nesta. Pode em alguns casos ser ouvido mesmo sem estetoscópio.
Rotação

Rotura

Rubor

Ruptura

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S

Sacral

Sarcoma

Saunas

Semiologia

Septicemia

Shantala – Técnica de massagem para bebês. É uma arte indiana na qual a mãe estando sentada no chão com as pernas esticadas, massageia todo o corpo do bebê com óleo natural previamente aquecido. A massagem é realizada com a criança em jejum e deve ser sempre seguida pelo banho. Essa técnica pode ser utilizada por fisioterapeutas treinados no método visando acalmar o bebê, eliminando tensões musculares, melhorando inclusive sua respiração. 
Sialorréia

Sibilo – Tipo de estertor seco produzido nos brônquios de pequeno calibre. Caracteriza-se por ser um som agudo e contínuo, assemelhando-se ao som do assobio. Indica a presença de secreção pulmonar aderida, tumefação da mucosa bronquial, ou estreitamento intenso ou prolongado do brônquio (broncoespasmo).
Sinais

Sincinesia

Sincondrose

Sindesmose

Síndrome

Sinergismo

Sinergista

Sintoma

Sistema de polias

Sistema de roldanas

Sonoforese

Splint

Sprays

Subluxação – Perda parcial do contato entre superfícies articulares. Pode ter origem congênita, espontânea, recorrente ou traumática sendo esta a mais comum. As principais articulações acometidas são aquelas que possuem menor estabilidade e maior amplitude de movimento como por exemplo a do ombro, cotovelo, tornozelo e as interfalangeanas.
Supinação

Supuração

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T

Tala

Tala/splint

Talassoterapia

Tanques

Tapotagem – Técnica terapêutica utilizada pela fisioterapia respiratória, com o objetivo de desgarrar as secreções pulmonares viscosas, permitindo seu deslocamento pela árvore brônquica e facilitando sua eliminação. Para sua realização, o fisioterapeuta percute com as mãos em concha sobre as regiões torácicas relacionadas com as áreas pulmonares onde se encontram as secreções, detectadas através da ausculta.
Taquicardia

Taquipnéia

Técnicas orientais de massagem 

Tênar

Tenda de oxigênio

Tendinite

Tenossinovite

Tenovaginite

Tens (estimulação elétrica nervosa transcutânea)

Tensão

Termoestesia

Termoterapia

Tetania

Tetraplegia

Tipóia

Toalhas frias

Tomografia

Tônus

Tônus [hipertonia; hipotonia]

Torácica

Torção

Torcicolo

Torpor

Torque

Tosse – Ação reflexa na qual o organismo tenta expulsar substâncias estranhas da árvore brônquica, através de movimentos expiratórios bruscos e violentos, tendo assim caráter preventivo e de auto-higiene brônquica. Caracteriza-se também como um importante sinal clínico de certas disfunções ou doenças respiratórias, o que torna sua avaliação relevante na determinação do diagnóstico. Pode ser classificada quanto ao timbre (bitonal, metálica, rouca, anfórica, etc. ) e quanto a presença ou não de secreção: tosse úmida (produtiva) e tosse seca (não produtiva).
Tração

Tração cervical

Tração lombar

Traqueostomia – Intubação direta na traquéia. É feita através de uma incisão no terço superior da traquéia, através da qual é introduzido um tubo de cinco centímetros de comprimento. Indicada quando há obstrução severa das vias aéreas superiores, quando o paciente permanecerá longos períodos sob ventilação mecânica, ou se outro tipo de intubação estiver contra indicada. 
Traumatismo

Triplegia

Tromboflebite

Trombose

Tumefação

Tumor

Turbilhões

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U

Úlcera

Ultra-som – (US) Em fisioterapia é um instrumento que consiste em um gerador de alta frequência, conectado a um cabeçote de tratamento que possui um cristal especial. A corrente elétrica quando atinge o cristal faz com que ele vibre, produzindo ondas mecânicas. Estas ondas por sua vez chegam aos tecidos realizando uma micromassagem onde terão quando corretamente aplicadas, um efeito terapêutico. Para que as ondas passem com maior efetividade para os tecidos, é preciso que seja usado um meio de contato entre o cabeçote do US e a pele do paciente; normalmente usa-se gel, óleo mineral, pomada, ou água. Existem duas formas de aplicação do US: forma contínua, na qual há concomitantemente com a micromassagem um efeito térmico; e a forma intermitente, na qual não há o efeito térmico. Entre as inúmeras ações do US, há o efeito de reparo do tecido ósseo, articulações e músculos após um trauma, redução de inflamações em geral, neuropatias, transtornos circulatórios, anomalias da pele, etc.
Ultra-excitante

Ultrassonografia

Ultra-violeta

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V

Valgo

Valvulopatia

Varizes

Varo

Vasculite

Ventilação assistida

Ventilação mecânica (VM) – Consiste no uso de respiradores mecânicos para auxiliar a oxigenação de pacientes que não conseguem manter espontaneamente sua atividade respiratória. Existem diferentes modalidades de VM que são escolhidas de acordo com estado da paciente podendo controlar totalmente seus ciclos respiratórios, ou apenas auxiliá-lo nesta atividade. A VM pode ser invasiva quando é realizada através de tubos diretamente nas vias aéreas e não invasiva quando é realizada com máscara facial ou nasal. Quando um paciente é colocado sobre VM, aciona toda uma equipe profissional especializada num verdadeiro sistema de terapia intensiva. O papel do fisioterapeuta dentro desta equipe é principalmente cuidar do posicionamento do paciente, fazendo quando possível mudança de decúbito, pequenas mobilizações, e realizar aspirações constantes para remover e evitar acúmulo de secreção nas vias aéreas.
Ventilação pulmonar

Ventrículo

Vibração – Técnica muito utilizada pela fisioterapia, que consiste na aplicação de pequenas oscilações em partes ou em todo corpo com finalidade terapêutica. Como parte da massagem clássica, promove dessensibilização e/ou relaxamento local. Na fisioterapia respiratória é realizada no tórax do paciente com o objetivo de deslocar as secreções pulmonares já soltas, conduzindo-as para os brônquios de maior calibre e traquéia, e daí para fora do sistema respiratório. A vibração pode ser manual ou mecânica (com o uso de vibradores portáteis ou almofadas vibratórias). 

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X

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Y

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Z

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