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	<title>NovaFisio</title>
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	<description>Site da Revista NovaFisio</description>
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		<title>Lançado em São Paulo, site gratuito e em português ajuda a entender os exames de laboratório clínico</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 21:40:25 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ferramenta pode ser usada por leigos e profissionais de saúde, entre outros]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançado hoje, na sede da AMB (Associação Médica Brasileira|), em São Paulo, o Lab Tests Online &#8211; BR, licenciado pela American Association For Clinical Chemistry (AACC), dos Estados Unidos. Criado em 2001, beneficia hoje milhões de pessoas em onze países, e chega ao Brasil, gratuitamente, via internet, em versão autorizada, através da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, SBPC/ML, e Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, CBDL.<br />
 <br />
A ferramenta, <a href="http://www.labtestsonline.org.br/">www.labtestsonline.org.br</a>, apresenta para o público leigo, a melhor maneira de compreender os resultados de um exame de laboratório, e tira as dúvidas quanto à necessidade de fazê-lo, bem como a sua relação com inúmeras doenças. O objetivo é fornecer informações confiáveis e seguras, avalizadas pelas entidades que representam o setor no Brasil.<br />
 <br />
O Lab Tests Online também traz informações sobre os exames genéticos, última fronteira da medicina que possibilita a individualização de diagnósticos e consequente tratamento personalizado.<br />
 <br />
Para o Dr. Alvaro Martins, do corpo editorial, o site relaciona os vários tipos de informação que o exame pode fornecer, e os proximos passos que o paciente pode tomar junto com seu médico. &#8220;O site ´proporciona uma medicina participativa, deixando de ser uma medicina paternalista. O Lab Tests Online contribui para que o paciente fique capacitado e parceiro do médico, consciente e com mais entendimento sobre possíveis doenças&#8221;. O Dr. Murilo Melo, também do corpo editorial, ressalta que no espaço de &#8220;perguntas mais frequentes&#8221;, também são apresentadas sugestões de temas que devem ser abordados pelo paciente, com seu médico&#8221;. O site oferece ainda, um glossário com explicação de palavras técnicas, para que o público leigo não fique perdido.</p>
<p>O que é o Lab Tests Online &#8211; BR?<br />
É um site mantido pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial &#8211; SBPC/ML (<a href="http://www.sbpc.org.br/">www.sbpc.org.br</a>), sociedade de especialidade médica fundada em 1944, que atua na área de laboratórios clínicos. O site tem o apoio da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial &#8211; CBDL (<a href="http://www.cbdl.com.br/">www.cbdl.com.br</a>), associação de classe que reúne mais de 40 empresas fabricantes e distribuidoras de produtos para diagnóstico laboratorial.<br />
 <br />
A American Association of Clinical Chemistry (AACC), dos Estados Unidos, licencia versões do Lab Tests Online para sociedades científicas dos seguintes países: Alemanha, Austrália, China, Espanha, França, Grécia, Hungria, Itália, Polônia, Reino Unido e República Checa.<br />
 <br />
A produção e desenvolvimento do Lab Tests Online &#8211; BR conta com a participação permanente de médicos patologistas clínicos brasileiros com larga experiência. O Lab Tests Online &#8211; BR não pretende substituir a prescrição médica ao paciente, mas servir como uma fonte de auxílio a profissionais e ao público leigo. Para o presidente da SBPC/ML, Dr Carlos Balaratti, o site também é um excelente instrumento para os profissionais de saúde, pois &#8220;quem tem de desembolsar 30 a 40 dolares para ter acesso a artigos cientifcos de boa qualidade terá no site, consulta gratuita a novidades científicas do setor&#8221;.</p>
<p>Por que consultar Lab Tests Online &#8211; BR?<br />
Após uma consulta, o médico entrega uma prescrição com diversos exames para serem feitos em laboratório clínico. Alguns têm nomes ou siglas que o paciente não consegue decifrar e não sabe o porquê de serem pedidos. E nem sempre o médico dispõe de tempo suficiente para explicar detalhadamente o porquê de cada exame. Consultar a Internet aleatoriamente ou em sites sem referência médica e científica, pode até atrapalhar porque as informações são fragmentadas e, algumas vezes, incorretas ou incompletas.<br />
 <br />
O Lab Tests Online &#8211; BR é a melhor forma do público leigo compreender o significado dos nomes dos exames, sua finalidade, para quais doenças eles se aplicam, como se preparar para fazer o exame (por exemplo, se precisa ou não de jejum, se é necessário colher a amostra em horários determinados), qual é o tipo de amostra necessária (sangue, urina, fezes etc) e como essa amostra é coletada pelo técnico do laboratório (por exemplo, se é obtida por uma punção na veia do braço, se é usado um frasco especial).<br />
 <br />
Os profissionais de saúde também encontram no Lab Tests Online &#8211; BR uma fonte atualizada e confiável para informar-se sobre diversos exames laboratoriais, doenças e estados clínicos relacionados.<br />
 <br />
O Lab Tests Online &#8211; BR é desenvolvido e atualizado permanentemente por médicos Patologistas Clínicos &#8211; especialistas em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial &#8211; com grande experiência em exames de laboratórios clínicos e em consultoria a médicos de outras especialidades. As atualizações e revisões são necessárias para manter o site em dia com o desenvolvimento das técnicas de diagnóstico e a evolução da medicina.<br />
 <br />
O presidente da SBPC/ML, Carlos Ballarati ressaltou que o site Lab Tests on Line é interativo e se relaciona com as redes sociais. O site preserva a privacidade de quem o acessa, pois ao entrar em conato conosco, não é obrigatório se identificar. Ele disse ainda, que &#8220;pretendemos que no Brassil, o site alcance o mesmo sucesso que existe nos EUA, quando, somente neste primeiro semestre de 2010, houve 12 milhões de acessos, e no Reino Unido, 700 mil. Para isso, teremos de ampliar mais o número de exames em português.</p>
<p>Liliana Perez, farmacêutica, presidente da CBDL, disse que o Brasil vai dar uma personalidade própria ao site, ao incluir características da população brasileira a determinados testes, como doença de Chagas, malária e outras. A presidente da CBDL revelou que o setor de fornecedores para laboratórios clínicos tem crescido no país, e citou que no primeiro semestre de 2010 gerou mais de 5 mil novos postos de trabalho, sendo 457 apenas em julho passado.<br />
 <br />
Sobre os futuros passos, o presidente da SBPC/ML informou que a missão agora é terminar a tradução de todos os testes disponíveis.<br />
　<br />
Como usar o Lab Tests Online &#8211; BR?<br />
No endereço <a href="http://www.labtestonline.org.br/">www.labtestonline.org.br</a>, os exames (testes) estão relacionados em ordem alfabética. Ao clicar em um deles é aberta uma página que apresenta:<br />
- O nome mais comum do exame.<br />
- Outros nomes como ele também é conhecido.<br />
- Testes que têm alguma relação com esse exame.<br />
- Informações sobre o que é o exame propriamente dito.<br />
- Situações em que deve ser feito o exame.<br />
- O que pode significar o resultado.<br />
- Tipo de amostra que é coletada do paciente.<br />
- Como é feita a coleta.<br />
- Como o paciente deve se preparar.<br />
- Links para doenças relacionadas ao exame e outros sites de referência.<br />
- Perguntas frequentes.<br />
　<br />
Outras informações e entrevistas:<br />
Dr. Carlos Alberto Franco Ballarati – Presidente da SBPC<br />
Liliana Perez – Presidente da CBDL</p>
<p>Mais informações<br />
Assessoria de imprensa da CBDL:<br />
Solange Melendez (11) 9232-9712 / <a href="mailto:smelendez@oficinademidia.com.br">smelendez@oficinademidia.com.br</a><br />
Maurício Santini (11) 9224-8737 / <a href="mailto:msantini@oficinademidia.com.br">msantini@oficinademidia.com.br</a><br />
Oficina de Mídia: Fone: (11) 2219-2433<br />
　<br />
Assessoria de imprensa da SBPC<br />
Andrea Penna (21) 8863-1997 / Via Notícia: (21) 2267-1968 <a href="mailto:andreapenna@vianoticia.com.br">andreapenna@vianoticia.com.br</a><br />
Roberto Duarte (21) 9943-5044 / Tels. 3077-1419 (direto) / <a href="mailto:imprensa@sbpc.org.br">imprensa@sbpc.org.br</a></p>
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		<title>Rejuvenescimento facial com o uso da toxina botulínica</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 19:10:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A tendência na medicina estética é a de desenvolvimento de tecnologias minimamente invasivas, ou seja, tratamentos que conseguem adiar o uso do bisturi, com uma vantagem: resultado natural e praticamente imediato.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os tratamentos estéticos que oferecem sutil transformação do rosto e da pele por meio de preenchimentos faciais, a aplicação da Toxina Botulínica figura como uma das substâncias preferida dos especialistas, quando o assunto é rejuvenescimento facial, porque é uma opção segura para quem deseja amenizar marcas de expressão sem cirurgia plástica.  </p>
<p>Conversamos com a Dra. Alessandra Nogueira (CRM-SP 99849), dermatologista, Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e diretora da Clínica Aesthera Dermatologia, que nos respondeu algumas questões sobre o tema e o que as mulheres podem esperar dessa substância, os diferentes tipos e aplicações. Acompanhe! </p>
<p>1. Como se desenvolve o processo de envelhecimento facial?<br />
O envelhecimento é a redução progressiva da função de todos os órgãos e estruturas corporais, incluindo a face.  Existem dois tipos de envelhecimento facial: o intrínseco, que é inevitável, progressivo e está na dependência direta do tempo de vida do indivíduo, pois revela sua programação genética e se reflete nas rugas finas e na flacidez que surge no rosto à medida que o organismo envelhece. </p>
<p>O envelhecimento extrínseco ocorre como consequência da exposição a agentes ambientais, principalmente o sol, e geram manchas, sardas, poros dilatados, pele grossa, vasos finos, piora as rugas da idade, tornando-as mais intensas e profundas, além de intensificar a flacidez da pele. O sol acelera e agrava o envelhecimento, tanto da face como também de outras áreas do corpo que ficam expostas à sua ação.     </p>
<p>2. Para uma pessoa se submeter a um tratamento de rejuvenescimento facial, o que deve ser avaliado?<br />
Avaliar o tipo predominante de envelhecimento que o indivíduo apresenta, se é intrínseco ou extrínseco, e graduá-lo em leve, moderado ou grave. Após essa avaliação inicial, pode-se indicar as opções de tratamento que serão mais efetivas para as necessidades do paciente.  Quanto mais grave o envelhecimento, maior a necessidade de associação de procedimentos, que vão desde peelings e toxina botulínica a preenchedores e lasers. </p>
<p>3.  Para quais situações de envelhecimento facial a toxina botulínica é indicada? Em quais tipos de rugas pode-se aplicá-la?<br />
Quando falamos em tratamento estético, a toxina botulínica pode ser indicada para todos os pacientes adultos, tanto mulheres como homens, e que possuem as chamadas &#8220;rugas de expressão&#8221; ou rugas dinâmicas, provocadas pela contração dos músculos sob a pele quando o indivíduo se expressa (sorri, fala, sente dor ou raiva). Em geral, essas rugas surgem muito frequentemente e, na maioria dos indivíduos, na testa, no canto dos olhos (pés de galinha), ao redor dos lábios, nariz e na região entre as sobrancelhas. Outra indicação pouco conhecida da toxina é para tratamento da hiperhidrose, que é o suor excessivo que alguns indivíduos apresentam em áreas do corpo como axilas, mãos e pés.  </p>
<p>4. Como age a toxina botulínica no rejuvenescimento facial?<br />
Ela deve ser aplicada no músculo causador da ruga que se deseja tratar e age reduzindo a função/contração desse músculo. Isso faz desaparecer a ruga e suaviza a expressão do indivíduo.</p>
<p>5. Quais os benefícios que esta substância oferece?<br />
A aplicação da toxina botulínica trata as rugas, suaviza linhas de expressão e gera uma aparência mais descansada e relaxada, dessa forma retarda a evolução das rugas. </p>
<p>6. Hoje em dia, se fala de diferentes tipos de toxina. Quais os diferenciais entre elas?<br />
Para uso estético existem, hoje, várias toxinas botulínicas no mercado, mas apesar de todas elas serem do tipo A e possuírem o mesmo modo de ação, têm características individuais que as diferenciam, como por exemplo a durabilidade da ação de uma não é igual a da outra e o número de unidades também varia entre elas.  Segundo a literatura médica especializada, dentre as toxinas disponíveis no mercado a toxina botulínica tipo A européia, produzida no Reino Unido e já no mercado brasileiro há 5 anos, apresenta a melhor duração de efeito. </p>
<p>7. A partir de qual idade ou condição da pele a toxina botulínica não é mais indicada?<br />
A toxina para uso estético pode ser aplicada a partir dos 18 anos.  </p>
<p>8. Existe alguma contraindicação para sua aplicação?<br />
Sim, principalmente para pacientes que possuem doenças crônicas que geram fraqueza muscular como a miastenia gravis (doença autoimune que gera fraqueza muscular), gestantes e em pacientes em uso de medicamentos que podem alterar a função muscular como D-penicilamida e antibióticos, como aminoglicosídeos. </p>
<p>9. Existe alguma substância ou tratamento que produz o mesmo efeito da toxina botulínica?<br />
Apesar de muitas substâncias para uso cosmético serem descritas como tendo um efeito ‘toxina botulínica like’, não há comprovação científica de que alguma delas possua, nem de longe, o efeito produzido pela toxina botulínica tradicional.</p>
<p>10. A aplicação da toxina botulínica pode ser realizada junto com algum outro tratamento? Qual e por quê?<br />
Muitas vezes é interessante associar procedimentos no tratamento do envelhecimento da pele. Essa associação possibilita potencializar o tratamento e agir, simultaneamente, em vários sinais que denunciam a idade. A toxina pode ser usada em associação com peelings ou lasers para melhorar as rugas de expressão e, ao mesmo tempo, clarear e melhorar a textura da pele. </p>
<p>11. Pessoas públicas e atrizes foram criticadas por ficarem com a expressão paralisada por causa da toxina botulínica. Como deixar o resultado mais natural?<br />
O primeiro passo é individualizar o tratamento, ou seja, tratar cada pessoa levando em consideração sua expressão facial e a quantidade de rugas, observando-se a anatomia de cada pessoa. A segunda medida é evitar o excesso de toxina, já que doses muito altas e inúmeros pontos de aplicação podem não dar o efeito natural desejado. </p>
<p>12. Como potencializar o efeito da toxina?<br />
Um das alternativas seria a de aumentar a dose aplicada por ponto, mas, muitas vezes, isso pode gerar um efeito não desejável como uma fraqueza muscular excessiva ou congelamento da expressão do paciente. Assim, de acordo com o quadro de envelhecimento, o tratamento do caso já pode ser cirúrgico. </p>
<p>13. Quem passa pelo tratamento com toxina, quais os cuidados que deve ter na manutenção dos resultados?<br />
A duração da toxina é muito variável &#8211; de 4 a 6 meses. Essa maior ou menor duração parece estar relacionada com a força do músculo tratado (músculos mais ativos apresentam uma duração menor do efeito), suscetibilidade individual (alguns indivíduos apresentam uma tendência a duração maior do efeito do que outros), como também ao tipo de toxina que se utiliza. </p>
<p>Perfil<br />
Dra. Alessandra Nogueira (CRM-SP 99849)<br />
Graduada pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública, com Residência Médica em Medicina Interna (Clínica Geral) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Residência Médica em Dermatologia no Complexo Hospitalar Padre Bento, Guarulhos/SP e pós-graduada em Dermatocosmiatria pela Faculdade de Medicina da Fundação ABC/SP. É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD), membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), membro da Sociedade Brasileira de Laser (SBL), membro da Academia Americana de Dermatologia (AAD) e diretora da Clínica Aesthera Dermatologia.</p>
<p>Mais informações à imprensa:<br />
Prestige Assessoria de Comunicação e Marketing<br />
Tel.: (11) 3757-3512<br />
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Tonia machado – contato@prestigerp.com.br<br />
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agosto/2010</p>
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		<title>Na horizontal, todo mundo é igual</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:40:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fundador do Centro de Terapia Intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein e um dos pioneiros da terapia intensiva no país, o renomado cardiologista Elias Knobel conta na obra “A vida por um fio e por inteiro” sua trajetória de mais de 30 anos à frente de uma UTI
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para o especialista, na luta pela vida, as pessoas revelam – ou até mudam- os seus comportamentos e valores<br />
Na horizontal, todo mundo é igual. Em estado grave, no corredor da Unidade de Terapia Intensiva, as pessoas se comportam de forma semelhante, independente da classe social, religião, cor. “Com a perspectiva da morte, todos são iguais, todos perdem o controle de si. Já vi muitos truculentos amansarem. Na horizontal, todos se nivelam”, afirma o diretor emérito do Centro de Terapia Intensiva do Hospital Israelita Albert Einstein, o cardiologista Elias Knobel, que acaba de lançar o livro “A vida por um fio e por inteiro”, da Editora Atheneu, sobre sua trajetória profissional e pessoal nos mais de 32 anos à frente da UTI.<br />
Segundo relatos do livro, pelos corredores da UTI se vêem disputas por heranças, brigas por partilha de bens, amigos se reencontrando. “Vi parentes que se conheceram na sala de espera quando, no leito da UTI, estava o doente que mantinha uma família extra-oficial e ninguém sabia. Definitivamente, ali nascem paixões, descobrem-se curiosidades, demonstra-se amor de todas as formas”, explica. “A UTI é um microcosmo da aventura humana. Onde caem as máscaras e as pessoas se revelam”, disse.</p>
<p>Familiares<br />
A família também é um capítulo à parte. “Costumo dizer que se conhece uma pessoa sob efeito de bebida, durante um jogo e na sala de espera de uma UTI”, diz Knobel.  “Além do familiar que reclama de tudo, há aquele que é neurótico, o tremendamente exigente, o obsessivo, o dependente. Há casos em que o paciente chega com uma parada cardíaca, você faz de tudo e ele melhora, mas escorre no cantinho da boca um pouco de saliva, e o familiar fica indignado- ‘É um absurdo tratar alguém assim’. Mas tem caso em que surge uma complicação e o familiar fica com pena do médico porque percebe que você ficou triste”.<br />
De acordo com o médico, também tem o caso da doença chamada “hospitalite”. “Após a melhora do paciente, no primeiro dia, ouço &#8211; é Deus no céu e o senhor na terra, doutor. Aí, passam dois dias, quatro e com a recuperação do paciente, ouve-se reclamações do elevador, do estacionamento, da comida. As lágrimas que estavam quentes na hora do agradecimento e da esperança, começam a esfriar quando a batalha está vencida   “Tem todo o tipo de gente na UTI”. </p>
<p>A vida por um fio e por inteiro<br />
Elias Knobel, Ed. Atheneu<br />
Número de páginas: 320<br />
Preço: R$ 37,00<br />
À venda nas livrarias<br />
<a href="http://www.atheneu.com.br/">www.atheneu.com.br</a><br />
 <br />
Informações para a imprensa</p>
<p>Mariana Hinkel<br />
(11) 3170-3175/ (11) 7263-7960<br />
<a href="mailto:mariana@pscomunicacao.com.br">mariana@pscomunicacao.com.br</a><br />
Marina Mosol<br />
(11) 3170-3175 / (11) 9966-2284<br />
<a href="mailto:marina@pscomunicacao.com.br">marina@pscomunicacao.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla &#8211; comemorado na próxima segunda-feira, 30/08.</title>
		<link>http://www.novafisio.com.br/?p=2401</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 22:05:41 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla, cerca de 2,5 milhões de pacientes no mundo têm o problema. No Brasil, o número de portadores chega a 30 mil, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Nacional da Esclerose Múltipla especialista explica como a Bexiga Hiperativa diminui a qualidade de vida desses pacientes</p>
<p>Aprovada pela ANVISA, a toxina botulínica é uma das recentes novidades terapêuticas para tratamento dos sintomas urinários</p>
<p>São Paulo, 25 de agosto de 2010 – No dia da Conscientização Nacional da Esclerose Múltipla (30 de Agosto), o especialista em urologia, Dr. José Carlos Truzzi, doutor pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) comenta como as disfunções urinárias comprometem o dia a dia dos portadores da doença e como amenizar os sintomas da doença.</p>
<p>De acordo com a Federação Internacional de Esclerose Múltipla, cerca de 2,5 milhões de pacientes no mundo têm o problema. No Brasil, o número de portadores chega a 30 mil, segundo a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM).</p>
<p>A esclerose múltipla é resultado de uma lesão no sistema nervoso central, comum em pessoas na faixa de 20 a 45 anos. Provoca dificuldades na locomoção motora e causa disfunção da bexiga, como a Síndrome da Bexiga Hiperativa &#8211; contrações involuntárias do músculo -, fazendo com que a pessoa sinta vontade urgente e repentina de urinar podendo, inclusive, apresentar incontinência urinária (perda de urina).</p>
<p>Segundo o levantamento realizado pelo Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da Universidade de Leicester, no Reino Unido, mulheres com idade igual ou superior a 40 anos, o risco da disfunção chega a ser sete vezes maior em portadores de esclerose múltipla do que em indivíduos sem a doença.</p>
<p>Um dos principais sintomas apresentados pelos pacientes de esclerose é a disfunção urinária, segundo afirma o urologista Dr. Truzzi. “O distúrbio ocorre em até 90% dos pacientes, e acomete duas vezes mais mulheres do que homens”, diz.</p>
<p>Para o especialista, a incontinência urinária é, indiscutivelmente, o maior impacto social para o portador de esclerose múltipla. “O receio de perder urina e o transtorno provocado pelo odor fazem com que os problemas se multipliquem, sem contar a limitação imposta pela própria doença. Além disso, restringe as atividades profissionais, diminui a qualidade de vida, comprometendo, inclusive, o relacionamento sexual”.</p>
<p>Dr. Truzzi afirma ainda que nem sempre os sintomas urinários são levados em consideração pelos profissionais envolvidos no tratamento de pessoas com esclerose múltipla. “A atenção é voltada para a desordem neurológica, sendo que as manifestações urinárias ficam renegadas a um segundo plano. Um grande número de portadores da doença terá suas atividades limitadas de modo mais intenso pelos transtornos urinários do que pela doença neurológica em si”.</p>
<p>Para amenizar e tratar os sintomas da bexiga hiperativa e incontinência urinária, a toxina botulínica tipo A, aprovada recentemente pela ANVISA, é uma das alternativas terapêuticas mais novas e eficazes de tratamento.</p>
<p>Aplicada diretamente na bexiga, a toxina botulínica proporciona o relaxamento na musculatura do órgão, impedindo as contrações involuntárias que dão origem ao desejo urgente de urinar. A toxina botulínica não apresenta os efeitos colaterais comuns aos medicamentos orais, evitando ainda, a necessidade de cirurgia. Os benefícios duram em média seis meses – e a substância deve ser reaplicada após esse período.</p>
<p>“O tratamento considerado minimamente invasivo apresenta resultados favoráveis em portadores de esclerose múltipla e já figura como uma das principais ferramentas a ser utilizada para este grupo de pessoas” assinala o urologista.</p>
<p>“A retomada da continência urinária total ocorre em mais de 70% dos tratados. A melhora não fica restrita às condições clínicas, mas à qualidade de vida geral, como a retomada de atividades sociais e profissionais, acarretando benefícios imensuráveis frente a uma doença de caráter progressivo e debilitante”.</p>
<p>========================================================================<br />
Informações para pacientes com Esclerose Múltipla:</p>
<p>A Síndrome da Bexiga Hiperativa é um problema frequente em pacientes com Esclerose Múltipla. Entender o processo, o tratamento e procurar um especialista em urologia são as melhores formas de tratar e melhorar sua qualidade de vida.<br />
No primeiro sinal de que algo está diferente em seu hábito de urinar, imediatamente informe seu médico e solicite que ele encaminhe você a um especialista em urologia. Quanto mais rápido for o diagnóstico, melhor será a resposta ao tratamento.<br />
Muitos casos de descontrole da bexiga podem ser tratados com medicamentos disponíveis no mercado como, por exemplo, a Toxina Botulínica do tipo A.<br />
Se após o tratamento os resultados não forem positivos, não desista, fale novamente com seu médico que ele vai solicitar novos exames, reconfirmar o diagnóstico e modificar alguns procedimentos no tratamento.<br />
Mantenha sempre um contato direto com seu médico.<br />
========================================================================</p>
<p>Informações à imprensa<br />
Burson-Marsteller – Agência de Comunicação Allergan<br />
Adriana Veronez – (11) 3094-2297 adriana.veronez@bm.com<br />
Joana Saad – (11) 3094-2263 – joana.saad@bm.com<br />
Carolina Neves – (11) 3094-2253 carolina.neves@bm.com</p>
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		<title>Pilates auxilia na deformidade do tórax</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 21:51:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Exercício do pilates aliado a órtese pode curar deformidade no tórax]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2396" title="deformidadetorax" src="http://www.novafisio.com.br/wp-content/uploads/2010/08/deformidadetorax.JPG" alt="deformidadetorax" width="220" height="280" /></p>
<p>Desconhecida por grande parte da população, a pectus carinatum e excavatum é uma deformidade do tórax que atinge uma parcela pequena da sociedade. Apesar do pilates atualmente parecer sinônimo de “modinha”, é a atividade física mais adequada para tratar da anomalia. O problema é conhecido como “peito de sapateiro” ou “tórax escavado”. As causas ainda não são totalmente conhecidas, mas há hipóteses que a deformidade advém do momento do parto. O fisioterapeuta Grayson de Figueiredo Pereira, representante da Metacorpus Stúdio Pilates em Vitória-ES especializou-se na enfermidade e há cinco anos desenvolve o pilates exclusivamente para pacientes com esse problema.</p>
<p>De acordo com o fisioterapeuta, o pilates é trabalhado em conjunto com o RPG e com a órtese Compressor Dinâmico de Tórax (CDT). Ele alerta para a importância do pilates ser trabalhado junto ao tratamento tradicional. “Posso garantir que há uma aceleração impressionante nos resultados”, afirma o especialista. Ele alerta que o problema deve ser tratado em conjunto com um especialista no caso. O tempo médio de tratamento pode variar dependendo do grau de anomalia, mas o tempo médio é de um ano de tratamento.</p>
<p>Grayson afirma que muitos pacientes passam anos desconhecendo o problema em seu corpo, e só procuram o tratamento médico em fase avançada. Por isso, é bom ficar atento a excessos na curvatura da coluna de seu filho.</p>
<p>Coluna sem agressão</p>
<p>O pilates é conhecido por grande parte dos praticantes por ser uma modalidade de baixo impacto, que evita que a coluna seja sobrecarregada durante os exercícios. “O pilates tem sido uma das atividades mais recomendadas por médicos para o tratamento de diversas patologias, incluindo correção da má postura, sedentarismo, estresse e outros problemas na coluna, devido principalmente, ao baixo impacto dos exercícios nas articulações”, explica um dos sócios-diretores da Metacorpus Stúdio Pilates, o fisioterapeuta Michel Salgado. Sua empresa, uma das pioneiras do Brasil no segmento, possui estúdio em 11 estados brasileiros e inclui mais de sete mil pacientes, incluindo os que estão em reabilitação.</p>
<p>Por seus benefícios e conceito, o pilates é apontado por fisioterapeutas como a proposta de saúde mais completa para qualquer idade. De acordo com Sérgio Machado, outro sócio da empresa, os resultados podem ser percebidos em três semanas. “A postura mental, física e emocional das pessoas muda radicalmente”, garante o sócio, que também é fisioterapeuta.</p>
<p>A Metacorpus é uma das empresas mais completas do país quando o assunto é Pilates. Atuante em diversos segmentos do mercado brasileiro, passando pela fabricação de aparelhos de Pilates, estúdios para a prática do método, cursos de formação e aprimoramento profissional, consultoria na montagem de novos estúdios e uma griffe de roupas de ginástica Metacorpus.</p>
<p>A empresa oferece também cursos de aprimoramento para profissionais e estudantes de Fisioterapia, Educação Física e áreas afins. Realizados em todo o Brasil, os cursos “Pilates: uma visão atual na área de saúde” e “Pilates no tratamento das patologias da coluna vertebral” já formaram mais de 4.000 profissionais. “A proposta dos cursos é qualificar pessoas oferecendo uma nova visão para o mercado de atividade física, que concilia condicionamento físico, consciência corporal e aumento da auto-estima”, resume Michel Salgado.</p>
<p>Assessoria de Imprensa &#8211; Armazém Comunicação<br />
Atendimento: Juliana Alcantara<br />
Tels: 21. 2294-8929 / 3874-7111 / 8556 7691<br />
Email: atendimento@armazemcomunica.com.br</p>
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		<title>Pilates auxilia na deformidade do tórax</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 21:16:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Exercício do pilates aliado a órtese pode curar deformidade no tórax]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2396" title="deformidadetorax" src="http://www.novafisio.com.br/wp-content/uploads/2010/08/deformidadetorax.JPG" alt="deformidadetorax" width="220" height="280" /></p>
<p>Desconhecida por grande parte da população, a pectus carinatum e excavatum é uma deformidade do tórax que atinge uma parcela pequena da sociedade. Apesar do pilates atualmente parecer sinônimo de “modinha”, é a atividade física mais adequada para tratar da anomalia. O problema é conhecido como “peito de sapateiro” ou “tórax escavado”. As causas ainda não são totalmente conhecidas, mas há hipóteses que a deformidade advém do momento do parto. O fisioterapeuta Grayson de Figueiredo Pereira, representante da Metacorpus Stúdio Pilates em Vitória-ES especializou-se na enfermidade e há cinco anos desenvolve o pilates exclusivamente para pacientes com esse problema.</p>
<p>De acordo com o fisioterapeuta, o pilates é trabalhado em conjunto com o RPG e com a órtese Compressor Dinâmico de Tórax (CDT). Ele alerta para a importância do pilates ser trabalhado junto ao tratamento tradicional. “Posso garantir que há uma aceleração impressionante nos resultados”, afirma o especialista. Ele alerta que o problema deve ser tratado em conjunto com um especialista no caso. O tempo médio de tratamento pode variar dependendo do grau de anomalia, mas o tempo médio é de um ano de tratamento.</p>
<p>Grayson afirma que muitos pacientes passam anos desconhecendo o problema em seu corpo, e só procuram o tratamento médico em fase avançada. Por isso, é bom ficar atento a excessos na curvatura da coluna de seu filho.</p>
<p>Coluna sem agressão</p>
<p>O pilates é conhecido por grande parte dos praticantes por ser uma modalidade de baixo impacto, que evita que a coluna seja sobrecarregada durante os exercícios. “O pilates tem sido uma das atividades mais recomendadas por médicos para o tratamento de diversas patologias, incluindo correção da má postura, sedentarismo, estresse e outros problemas na coluna, devido principalmente, ao baixo impacto dos exercícios nas articulações”, explica um dos sócios-diretores da Metacorpus Stúdio Pilates, o fisioterapeuta Michel Salgado. Sua empresa, uma das pioneiras do Brasil no segmento, possui estúdio em 11 estados brasileiros e inclui mais de sete mil pacientes, incluindo os que estão em reabilitação.</p>
<p>Por seus benefícios e conceito, o pilates é apontado por fisioterapeutas como a proposta de saúde mais completa para qualquer idade. De acordo com Sérgio Machado, outro sócio da empresa, os resultados podem ser percebidos em três semanas. “A postura mental, física e emocional das pessoas muda radicalmente”, garante o sócio, que também é fisioterapeuta.</p>
<p>A Metacorpus é uma das empresas mais completas do país quando o assunto é Pilates. Atuante em diversos segmentos do mercado brasileiro, passando pela fabricação de aparelhos de Pilates, estúdios para a prática do método, cursos de formação e aprimoramento profissional, consultoria na montagem de novos estúdios e uma griffe de roupas de ginástica Metacorpus.</p>
<p>A empresa oferece também cursos de aprimoramento para profissionais e estudantes de Fisioterapia, Educação Física e áreas afins. Realizados em todo o Brasil, os cursos “Pilates: uma visão atual na área de saúde” e “Pilates no tratamento das patologias da coluna vertebral” já formaram mais de 4.000 profissionais. “A proposta dos cursos é qualificar pessoas oferecendo uma nova visão para o mercado de atividade física, que concilia condicionamento físico, consciência corporal e aumento da auto-estima”, resume Michel Salgado.</p>
<p>Assessoria de Imprensa &#8211; Armazém Comunicação<br />
Atendimento: Juliana Alcantara<br />
Tels: 21. 2294-8929 / 3874-7111 / 8556 7691<br />
Email: atendimento@armazemcomunica.com.br</p>
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		<title>A prevenção de doenças potencialmente graves deve estar em foco no Dia do Idoso</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 21:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 1º de outubro é uma boa oportunidade para incentivar os idosos a cuidar da saúde]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prevenção e tratamento de hipertensão arterial, depressão e doenças cardiovasculares são fundamentais, pois estes são males que afetam milhares de idosos no Brasil e no mundo, sendo responsáveis por altos índices de invalidez e muitas mortes, o que faz com que mereçam atenção especial, sempre. Esta é a recomendação do doutor Jairo Lins Borges, cardiologista do Instituto Dante Pazzanese (SP).</p>
<p>A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, afeta milhões de pessoas; por não fazerem seus exames com regularidade, muitos ainda não sabem que têm a doença. Outro problema é que muitos hipertensos recebem tratamento inadequado e outros teimam em não se tratar por não apresentar sintomas evidentes da doença.</p>
<p>“A população não dá a devida atenção ao diagnóstico e tratamento da hipertensão, principal fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, que provocam dois terços dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e 50% dos infartos, responsáveis por 12% das mortes anuais dos adultos em todo o mundo”, diz o especialista, ao reforçar que os idosos são suas principais vítimas. Segundo ele, mesmo quando a pessoa mantém a pressão normal até os 65 anos de idade, depois disto certamente terá problemas de pressão alta –praticamente 80% das pessoas com mais de 70 anos têm pressão alta.</p>
<p>Outros fatores que agravam a hipertensão arterial são o tabagismo persistente, sedentarismo, má alimentação, obesidade, sobretudo abdominal (homens acima de 102 cm e mulheres acima de 88 cm), e a pré-existência ou histórico familiar de males como diabete melito, de lesões em outros órgãos-alvo (lesões nos rins e retina) ou de enfermidade cardiovascular (hipertrofia ou dilatação do coração, dilatação da aorta, etc).</p>
<p>“Por esta razão, é fundamental identificar precocemente a alteração, o que só é possível medindo a pressão sempre, mesmo que o indivíduo se sinta bem”, afirma o médico. Segundo Borges, o paciente deve seguir as orientações médicas com mudanças no estilo de vida, que incluem prática de exercícios, alimentação mais saudável – com menor consumo de sal, observando índices contidos especialmente em alimentos industrializados. Não devemos esquecer que 70% do sal que consumimos vem de produtos industrializados que, à medida do possível, devem ser trocados por alimentos naturais. “Além disso, é essencial parar de fumar e evitar o fumo passivo, reduzir o consumo de álcool e utilizar a medicação na quantidade e nos horários corretos”, destaca o médico. O complicador é que, após um ano, 50% dos pacientes já desistiram do tratamento da hipertensão, o que tem preocupado muito os sistemas gestores de saúde no mundo inteiro.</p>
<p>O ideal é que a pressão arterial fique abaixo de 140/90 mmHg para a população geral e menor que 130/80 mmHg para pacientes com doença nos rins ou alterações cardiovasculares mais avançadas. Para o diabético, parece que os valores recomendáveis são 130-134/80-84. Estudos clínicos recentes demonstraram que alcançar essas metas é difícil, principalmente para os idosos, quando se utiliza um único medicamento como opção preferencial para tratar a hipertensão. Mais que isso, essa situação pode levar à ocorrência precoce de complicações cardiovasculares graves, se o ajuste do tratamento for retardado em mais de dois a três meses. Assim, principalmente na fase inicial do tratamento da hipertensão, o médico e o paciente precisam se ver mais frequentemente.</p>
<p>Os medicamentos mais bem aceitos pelo organismo são os antagonistas do sistema de renina-angiostesina-aldesterona (SRAA), como o ramipril, princípio ativo do Naprix, e os antagonistas de cálcio, como o nitrendipino – princípio ativo do Caltren, ambos da Libbs Farmacêutica, que podem ser utilizados isoladamente, em combinação ou ainda associados aos diuréticos para aumentar a eficácia na hipertensão de mais difícil controle.</p>
<p>Depressão nos idosos</p>
<p>Outra doença com grande prevalência no idoso, principalmente entre as mulheres (também por fatores hormonais e emocionais), é a depressão, que segundo a Organização Mundial da Saúde &#8211; OMS será uma das enfermidades mais comuns em 2020. “A tendência é que ocorra realmente um avanço significativo da doença, já que, em 10 anos, 30% da população mundial terá mais de 65 anos”, afirma a psiquiatra Giuliana Cividanes, especialista em transtornos afetivos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).</p>
<p>Os principais fatores que desencadeiam a depressão são perda do emprego, morte de familiares ou de amigos e fim de relacionamentos. Na terceira idade, algumas destas situações ocorrem com grande freqüência, somadas a certa perda de independência e de cognição (atenção e memória), redução da capacidade de executar determinadas tarefas, bem como ao maior isolamento social e a problemas econômicos.</p>
<p>“Ao contrário do que muitos pensam, a tristeza desproporcional e persistente ou o desinteresse pelos acontecimentos não é uma coisa “natural” na terceira idade”, informa o doutor Borges. Segundo ele, os idosos podem e devem ter boa qualidade de vida. Para isso, precisam manter-se ativos, produtivos e saudáveis. A depressão no idoso pode ser mais sutil, o que dificulta sua identificação e descamba com mais facilidade para formas mais graves de depressão, especialmente quando não é identificada a tempo ou não é tratada corretamente. “Outro problema sério é que o não tratamento da depressão pode contribuir para que surjam ou se agravem outras doenças, inclusive cardiovasculares, comprometendo ainda mais a qualidade de vida do paciente”, complementa o médico.</p>
<p>Ele explica que o diagnóstico da doença pode ser feito também por clínicos gerais e não especialistas em psiquiatria, por meio de questionários de fácil aplicação. É possível identificar se o paciente está integrado e participando das atividades familiares e comunitárias ou profissionais e se está mantendo boas relações sociais. “Os médicos, independentemente da especialidade, devem procurar ver o paciente como um ser completo, com alterações emocionais, psíquicas e físicas, pois assim o diagnóstico será mais preciso e o atendimento às suas necessidades será mais completo”, reforça o cardiologista.</p>
<p>É fundamental que a depressão seja identificada rapidamente, pois o tratamento em seus estágios leve e moderado é mais simples. Nos casos graves, que representam em média 15 a 20% dos quadros depressivos, os pacientes só podem ser tratados com eficácia pelos especialistas no assunto – os psiquiatras.</p>
<p>A doutora Giuliana enfatiza que a depressão é uma doença tratável, com melhora inclusive das deficiências cognitivas nos idosos, mas é imprescindível que o médico esteja apto a distinguir entre os sintomas depressivos e os apresentados por pacientes que sofrem de diferentes tipos de demência, como, por exemplo, Alzheimer, pois erros de diagnóstico e tratamento podem comprometer de modo relevante a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>Hoje existem medicações mais eficazes, com menos efeitos adversos e que são mais indicadas para indivíduos na terceira idade, que tomam, em geral, diversos medicamentos simultaneamente e não podem ter comprometida a eficiência de nenhuma das substâncias farmacêuticas: os antidepressivos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), como o bromidrato de citalopram. Produzido pela Libbs Farmacêutica, com o nome comercial de Procimax, o citalopram tem um princípio ativo que age no cérebro corrigindo as concentrações inadequadas de neurotransmissores, em especial a serotonina, o que permite que seja utilizado, não só para tratar depressão, mas também no tratamento de transtorno obsessivo compulsivo e de síndrome do pânico.</p>
<p>Clezia Martins Gomes<br />
Lide Soluções Integradas em Comunicação<br />
Tel.: 55 11 2711.1608<br />
Cel.: 55 11 9112.6942<br />
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www.lide.com.br</p>
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		<title>NOTA 70% dos nascidos com baixo peso podem apresentar lesões cerebrais</title>
		<link>http://www.novafisio.com.br/?p=2384</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Paralisia cerebral é uma lesão de uma ou mais partes do cérebro, provocada muitas vezes pela falta de oxigenação das células cerebrais. Acontece durante a gestação, no momento do parto ou após o nascimento, ainda no processo de amadurecimento do cérebro da criança. A especialista em ortopedia Ana Paula Tedesco, do Instituto de Neuro-ortopedia, de Caxias do Sul,  vem desenvolvendo um importante papel no estudo e tratamento desta doença.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Alterações pré, peri ou pós-natais podem provocar quadros de paralisia . As principais causas perinatais são prematuridade e baixo peso. No período  pré-natal os perigos são as  infecções, alcoolismo, drogas, epilepsia, retardo mental, entre outros. No período pós-natal, infecções do sistema nervoso central, trauma, sangramentos intracranianos e asfixias podem ocasionar a doença”, alerta a médica.  </p>
<p>Outro dado importante é o número de bebês que podem ser afetados. &#8220;70% dos nascidos com extremo baixo peso podem apresentar lesões do sistema nervoso&#8221;, explica Dra. Ana Paula. &#8220;É possível a mãe prevenir esse problema controlando o bebê enquanto ele ainda está dentro da barriga. Muitos casos de paralisia poderiam ser evitados com cuidados básicos, com um pré-natal adequado, previnindo-se fatores de risco &#8220;, revela. A médica ressalta, ainda, que o os reflexos da paralisia cerebral podem ser evidenciados nas áreas motoras, de coordenação, equilíbrio e cognitivas.                                </p>
<p>A prevenção, segundo a médica, é um fator fundamental e desconhecido da maioria das gestantes. “O problema todo está nisso. As pessoas acham que tudo vem da genética quando, no entanto, grande parte dos casos de paralisia poderiam ser evitados”, explica a especialista. Referente ao tratamento, a Dra. Ana Paula vê o presente com esperança. “Hoje conseguimos recuperar muitos pacientes, torná-los hábeis para a comunicação, a movimentação. Isso se deve ao avanço tecnológico e à desmistificação desta doença”, completa.</p>
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		<title>Estudos analisam a influência dos exercícios físicos no tratamento e prevenção do câncer</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 19:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada pelo docente da UFSCar Marcelo Demarzo aborda os efeitos positivos da prática de exercícios físicos moderados ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa desenvolvida pelo professor do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Marcelo Demarzo analisa os impactos dos exercícios físicos na prevenção e tratamento do câncer. Os estudos começaram a ser desenvolvidos no ano de 2003 e no último mês de julho foram reunidos no livro &#8220;Exercise and Cancer: Exercise in the Prevention and Treatment of Cancer&#8221;, publicado em inglês pela editora VDM Verlag.. A obra reúne as ultimas descobertas da comunidade científica relacionadas ao desenvolvimento de tumores e o papel da atividade física na manutenção da qualidade de vida.Demarzo explica que os exercícios físicos moderados e regulares, aliados à qualidade de vida, contribuem na promoção da saúde e reduzem os riscos de desenvolver tumores. &#8220;Algumas teorias apontam que os exercícios físicos melhoram as defesas do organismo, dificultando o desenvolvimento do tumor. A literatura médica também aponta que a prática de exercícios físicos diminuem os efeitos dos radiciais livres que, em excesso, podem se ligar ao código genético e atuar na produção de células cancerígenas&#8221;, argumenta Demarzo. O professor explica que a atividade física também controla a exposição do organismo a determinados hormônios que podem favorecer o aparecimento de tumores e tem efeitos positivos contra o estresse.<br />
Além de contribuir na prevenção ao câncer, o professor explica que a atividade física contribui para o tratamento e recuperação de pessoas que desenvolveram a doença. Atividades comuns no cotidiano, como caminhadas e execução de tarefas domésticas, por exemplo, contribuem para o fortalecimento das defesas do corpo. &#8220;O importante é o volume de exercícios físicos praticados ao longo do dia. Uma caminhada para ir ao trabalho, a execução das tarefas domésticas e as atividades físicas de lazer, como a prática de um esporte, por exemplo, contribuem para a redução de doenças crônicas, como problemas cardiovasculares e o câncer&#8221;, afirma.<br />
Os estudos foram inicialmente desenvolvidos no Programa de Pós-Graduação em Patologia Experimental e Comparada da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, entre os anos de 2003 e 2005, sob orientação do professor Sergio Britto Garcia, do Departamento de Patologia da USP de Ribeirão Preto. Para a pesquisa, Demarzo analisou em ratos a influência dos exercícios no desenvolvimento de lesões neoplásicas, que antecedem o surgimento de tumores. &#8220;Analisamos a ocorrência de lesões neoplásicas em ratos sedentários e outros que praticavam atividades físicas moderadas e exaustivas. Verificamos que os ratos submetidos a exercícios físicos moderados tiveram menor incidência de lesões&#8221;, aponta Demarzo. Segundo o professor, as atividades físicas em excesso favorecem o surgimento de tumores, já que causam estresse e diminuem a resistência do corpo.<br />
A pesquisa desenvolvida por Marcelo Demarzo foi recentemente publicada em inglês pela editora VDM Verlag no livro &#8220;Exercise and Cancer: Exercise in the Prevention and Treatment of Cancer&#8221;. O livro traz uma atualização extensa sobre a relação entre exercício físico e câncer, especificamente abordando questões sobre a prevenção e tratamento do câncer pela prática regular de exercícios físicos. Ainda não há previsão da publicação em Língua Portuguesa. Mais informações sobre a obra podem ser obtidas pelo e-mail <a href="mailto:marcelokele@yahoo.com.br">marcelokele@yahoo.com.br</a>.<br />
 <br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>Contato para essa pauta: Enzo Kuratomi (16) 3351-8478<br />
Informativo da Coordenadoria de Comunicação Social da Universidade Federal de São Carlos. Telefone/Fax: (16) 3351-8119.<br />
E-mail: <a href="mailto:ccs@ufscar.brVeja">ccs@ufscar.brVeja</a> outras sugestões de pauta em <a href="http://www.comunicacao.ufscar.br">www.comunicacao.ufscar.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>SPPT promove curso sobre fisioterapia respiratória</title>
		<link>http://www.novafisio.com.br/?p=2371</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 13:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oston</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia (SPPT) promove, em 28 de agosto de 2010, o curso teórico-prático de oxigenioterapia domiciliar e ventilação não-invasiva para fisioterapeutas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Destinado a fisioterapeutas, paramédicos que atuem em UTI e médicos, o curso tem como objetivo atualizar os profissionais da área, em especial os fisioterapeutas que atuam junto a pacientes com oxigenioterapia e prestam suporte ventilatório não-invasivo.</p>
<p>Segundo a coordenadora do curso e secretária da regional Campinas da SPPT, dra. Márcia Diniz, “o curso fará uma revisão de alguns conceitos teóricos, indicações da manutenção, cuidados com a oxigenioterapia e trara também práticas de manuseio de aparelhos usados em oxigenioterapia domiciliar e respiradores não-invasivos”.</p>
<p>A especialista explica que o suporte ventilatório vem sendo cada vez mais indicado pelos benefícios no tratamento de diversas patologias, sendo hoje extremamente importante para pacientes pneumopatas crônicos com problemas ventilatórios obstrutivos (DPOC, enfisema, síndrome de apnéia obstrutiva do sono) e outras doenças que cursam com insuficiência respiratória crônica (miopatias, colagenoses, etc).</p>
<p>“Nosso interesse é reunir o conhecimento e fazer uma interface com os profissionais da fisioterapia, que têm uma atuação muito importante para esses pacientes, proporcionando uma grande melhora na qualidade de vida”, ressalta.</p>
<p><em>Informações e inscrições estão disponíveis no site </em><em><a title="http://www.sppt.org.br/" href="http://www.sppt.org.br/">www.sppt.org.br</a>,</em><em> ou pelo telefone </em>(19) 3455-4938.</p>
<p><strong>Curso Teórico Prático de oxigenioterapia domiciliar e ventilação não invasiva para Fisioterapeutas<br />
</strong><strong>Data: </strong>28 de agosto de 2010<br />
<strong>Horário:</strong> 8h às 12h30<br />
<strong>Local:</strong> APM de Santa Bárbara d’Oeste<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Camilo Augusto de Campos, 200 – Jardim América<br />
<strong>Informações e inscrições:</strong> (19) 3455-4938 ou <a title="http://www.sppt.org.br/" href="http://www.sppt.org.br/">www.sppt.org.br<strong><br />
E-mail</strong>apmsbo@vivax.com.br</a>:</p>
<p><strong>Assessoria de Imprensa</strong><br />
Acontece Comunicação e Notícias<br />
(11) 3873.6083 / 3871.2331<br />
Laura Storni ou Monica Kulcsar<br />
<a title="mailto:acontececom2@uol.com.br" href="mailto:acontececom2@uol.com.br">acontececom4@uol.com.br</a></p>
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